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Inadimplência e endividamento: entenda a diferença e aprenda a evitar as duas situações

Por mais que sejam associadas como sinônimos, existem diferenças entre inadimplência e endividamento. Clique e saiba quais são elas.

Victoria AmaralPor Victoria Amaral2 min de leitura
Homem sentado no sofá com as mãos no rosto, com papeis na mesinha de centro na sua frente, além de caneta, celular, calculadora e notebook

Muitas vezes, ao ouvir falar que alguém está endividado, é dado a essa pessoa o título de inadimplente. Mas existe uma diferença entre inadimplência e endividamento, nem sempre as situações estão ligadas e não significam o mesmo. 

Endividamento é referente a algum pagamento futuro assumido no tempo, já a inadimplência é quando alguém não consegue assumir o compromisso de quitar o que deve. Assim, confira abaixo a definição de cada uma dessas palavras e aprenda a usá-las de maneira correta. 

Inadimplência 

A inadimplência é quando o consumidor, pessoa física ou jurídica, não consegue assumir o compromisso financeiro feito com bancos, com o condomínio onde mora ou até mesmo com prestadores de serviços autônomos, por exemplo.

Um caso é quando uma pessoa contrata um financiamento de casa, carro ou outros bens, mas não paga a fatura na data do vencimento. Essa fica em atraso e, assim, configura-se a inadimplência. 

Nesse sentido, muitas pessoas temem o famoso “nome sujo” ao se verem em uma situação de inadimplência, mas isso não depende somente do atraso do pagamento das faturas. Ou seja, mesmo que você esteja inadimplente, não está necessariamente com o nome sujo. 

Mas pode ser somente uma questão momentânea, pois as empresas levam um tempo para comunicar a inadimplência aos birôs. Mesmo após a comunicação, os clientes recebem um prazo para pagar a dívida. Caso ele não seja cumprido, o CPF do endividado será inscrito na Serasa ou SPC e ficará sujo. 

Endividamento

Por outro lado, as dívidas são compromissos financeiros nos quais o consumidor se envolve ao realizar compras parceladas ou ao receber crédito de uma instituição. Isso significa que, ao fazer uma compra e optar por parcelar os pagamentos, você assume um débito com a instituição que concedeu o valor.

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Quando você utiliza o cartão de crédito, por exemplo, está se comprometendo a efetuar o pagamento da compra ou da parcela na fatura do mês seguinte. O mesmo princípio se aplica a outras modalidades de dívida, como crediários, empréstimos, cheques, financiamentos e cheque especial.

Contudo, é importante ressaltar que essas opções de crédito não são necessariamente vilãs. Quando usadas com responsabilidade, podem até mesmo ser aliadas para uma boa gestão das finanças pessoais, permitindo o parcelamento de compras importantes e distribuindo os gastos ao longo do tempo.

Imagem: SB Arts Media / shutterstock.com

Victoria Amaral

Autor

Victoria Amaral

Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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