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Novo RG passa a ser obrigatório no INSS até 2028

INSS exigirá a nova identidade nacional até 2028. Veja quem precisa emitir, prazos, biometria e como evitar problemas nos benefícios.

Melissa BarbosaPor Melissa Barbosa5 min de leitura
INSS

O INSS está avançando em um processo amplo de modernização que promete mudar a forma como os brasileiros acessam benefícios previdenciários. A principal novidade é a exigência da Carteira de Identidade Nacional como documento único para atendimento a partir de 1º de janeiro de 2028.

A mudança faz parte de um cronograma iniciado ainda em 2025, com a obrigatoriedade da biometria para novos pedidos. Agora, o foco é aumentar a segurança, reduzir fraudes e padronizar a identificação dos cidadãos em todo o país.

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O que muda com a exigência da nova identidade nacional

A Carteira de Identidade Nacional, também conhecida como CIN, passará a ser o principal documento exigido pelo INSS. Isso significa que outros documentos, como RGs antigos com diferentes numerações estaduais, deixarão de ser aceitos para novos atendimentos.

Padronização com base no CPF

A CIN utiliza o número do CPF como identificação única em todo o Brasil. Essa padronização elimina duplicidades e inconsistências, problemas comuns no modelo anterior.

Na prática, isso facilita o cruzamento de dados entre órgãos públicos e reduz significativamente o risco de fraudes previdenciárias.

Fim da multiplicidade de documentos

Hoje, muitos brasileiros possuem mais de um RG emitido por diferentes estados. Com a nova identidade, isso deixa de existir. O cidadão terá apenas um número válido nacionalmente.

Cronograma de implementação do INSS

A mudança não será imediata para todos. O governo definiu um cronograma progressivo para evitar impactos bruscos.

Novembro de 2025: início da biometria obrigatória

Desde essa data, novos pedidos de benefícios já exigem cadastro biométrico. Essa biometria pode estar vinculada a três documentos:

  • Carteira de Identidade Nacional (CIN)
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
  • Título de eleitor

Maio de 2026: exigência indireta da CIN

A partir de maio de 2026, quem não tiver biometria vinculada a nenhum dos documentos aceitos precisará emitir a nova identidade nacional para continuar o processo no INSS.

Isso marca o início da transição mais prática para a CIN.

Janeiro de 2028: obrigatoriedade total

A partir dessa data, a Carteira de Identidade Nacional será o único documento aceito para atendimento no INSS.

Quem precisa se preocupar agora

Nem todos os brasileiros serão impactados imediatamente, mas alguns grupos devem se antecipar.

Novos solicitantes de benefícios

Quem pretende solicitar aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte ou outros benefícios deve verificar se já possui biometria cadastrada.

Caso não tenha, será necessário emitir a nova identidade.

Pessoas sem biometria registrada

Esse grupo é o mais afetado no curto prazo. Sem biometria em documentos oficiais, o cidadão pode enfrentar dificuldades para iniciar processos no INSS.

Trabalhadores informais e autônomos

Muitos desses trabalhadores ainda não possuem CNH ou título de eleitor com biometria. Para eles, a CIN se torna essencial.

Quem não será afetado imediatamente

O governo garantiu que a implementação será gradual e sem bloqueios automáticos de benefícios.

Beneficiários atuais

Quem já recebe aposentadoria, pensão ou auxílio não terá o pagamento interrompido automaticamente.

No entanto, atualizações cadastrais futuras poderão exigir a regularização.

Grupos com exceções previstas

O decreto prevê tratamento diferenciado para:

  • Idosos acima de 80 anos
  • Pessoas com dificuldade de locomoção
  • Moradores de áreas remotas
  • Migrantes
  • Brasileiros residentes no exterior

Nesses casos, o governo poderá flexibilizar prazos e exigências.

Por que o INSS está adotando essa medida

A exigência da nova identidade nacional está diretamente ligada a três pilares principais:

Combate a fraudes

Fraudes previdenciárias causam prejuízos bilionários aos cofres públicos. A identificação biométrica e padronizada reduz drasticamente esse problema.

Modernização do sistema

O INSS vem investindo em digitalização, cruzamento de dados e automação de processos. A CIN é uma peça-chave nessa transformação.

Segurança para o cidadão

Com dados unificados e biometria, o risco de uso indevido de informações pessoais diminui consideravelmente.

Como emitir a carteira de identidade nacional

A emissão da CIN já está disponível em todo o Brasil, sendo feita pelos institutos de identificação estaduais.

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Passo a passo básico

  1. Agendar atendimento no órgão responsável do seu estado
  2. Apresentar CPF regularizado na Receita Federal
  3. Levar certidão de nascimento ou casamento
  4. Realizar coleta biométrica
  5. Aguardar a emissão do documento

A primeira via é gratuita.

Versão digital

Além do documento físico, a CIN também pode ser acessada em formato digital por meio de aplicativos oficiais do governo.

Impactos práticos no dia a dia do cidadão

A mudança não afeta apenas o INSS. Ela faz parte de uma transformação maior na identificação civil no Brasil.

Integração com serviços públicos

A CIN tende a se tornar o principal documento para acesso a diversos serviços, como:

Facilidade no acesso a crédito

Com dados mais confiáveis e integrados, instituições financeiras podem ter mais segurança na análise de crédito, beneficiando o cidadão.

O que fazer agora para evitar problemas

Antecipar-se é a melhor estratégia para evitar dificuldades futuras.

Verifique sua biometria

Se você já tem CNH ou título de eleitor com biometria, pode não precisar emitir a CIN imediatamente.

Regularize seu CPF

A CIN depende de um CPF ativo e regular junto à Receita Federal.

Considere emitir a nova identidade

Mesmo que não seja obrigatório agora, emitir a CIN pode facilitar sua vida em diversos serviços.

Conclusão

A exigência da Carteira de Identidade Nacional pelo INSS marca uma mudança importante na forma como os brasileiros se identificam perante o sistema previdenciário. Com foco em segurança, eficiência e combate a fraudes, a medida segue uma tendência global de digitalização e unificação de dados.

Apesar de não afetar imediatamente todos os cidadãos, o processo já está em andamento e exige atenção, principalmente de quem pretende solicitar benefícios nos próximos anos. Antecipar-se às mudanças é fundamental para evitar contratempos e garantir acesso contínuo aos serviços.

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INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Melissa Barbosa

Autor

Melissa Barbosa

Melissa Barbosa é Redatora SEO e Designer no portal Seu Crédito Digital. Estudante de Jornalismo, possui sólida experiência em Marketing de Conteúdo, com foco em estratégias de SEO, comunicação digital e identidade visual. Apaixonada pelo universo da informação e da criatividade, une técnica e sensibilidade para transformar dados e tendências em conteúdos relevantes, que ajudam o público a entender melhor o cenário econômico, os benefícios sociais e os serviços digitais que impactam o dia a dia do brasileiro.

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