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INSS revela grande redução na fila de requerimentos

Dados do INSS apontam para uma melhoria e agilidade na prestação de serviços previdenciários aos brasileiros. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
TCU

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem passado por uma reformulação com o objetivo de aprimorar os serviços prestados aos brasileiros. Ao que tudo indica, as medidas têm alcançado resultados. De janeiro a junho, o número de recursos em análise caiu de 1,3 milhão para cerca de 900 mil. 

O dado foi anunciado na última quinta-feira (06) pelo presidente da autarquia, Alessandro Stefanutto. Na ocasião, ele também falou sobre os avanços promovidos pelo instituto e das intenções de se conectar com os brasileiros por meio de um serviço de qualidade. 

O ministro Carlos Lupi, da Previdência Social, presente no evento, reforçou o desejo de “reinaugurar” a Previdência com mais transparência e maior agilidade na análise e concessão de benefícios. 

Portal da Transparência do INSS

Recentemente, foi lançado o Portal da Transparência do INSS que traz todas as informações acerca da autarquia à conhecimento público. De acordo com os dados disponibilizados, a fila de pedidos conta com 1,79 milhão, sendo que a grande maioria corresponde a requerimentos de análises administrativas.

No mês de junho, foram analisados 860 mil pedidos. Do total, 46% foram indeferidos. Para tornar o cenário mais claro, foram divulgados os motivos por trás dos indeferimentos, para cada tipo de benefício. 

Motivos de indeferimentos dos pedidos ao INSS

Com base nas informações que constam no Portal da Transparência, os pedidos são indeferidos pelos seguintes motivos:

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  • Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC): deficiência de longo prazo não comprovada na perícia médica;
  • Auxílio por Incapacidade Temporária: renda familiar mensal acima de ¼ do salário-mínimo, por pessoa;
  • Benefício Assistencial ao Idoso: não comprovação do vínculo de companheiro;
  • Pensão por Morte: não possui tempo ou idade, suficientes para a concessão do benefício após a reforma da previdência;
  • Aposentadorias: não afastamento do trabalho ou atividade. 

De janeiro de 2021 a junho deste ano, foi dito que o número de análises realizadas pela autarquia saiu de 2% para 33%. Isso se deve a automação dos processos que tem sido realizada pelo instituto.

Imagem: Rafastockbr / shutterstock.com

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Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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