A fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aumentou. Agora, mais de um milhão de pessoas aguardam respostas para pedidos de benefícios. Esse é o número registrado apenas nos três primeiros meses deste ano.
INSS revela péssima notícia sobre pagamento de benefícios
Os segurados que aguardam pagamentos do INSS devem ficar atentos, pois dados alarmantes foram divulgados. Veja mais!
O número de 1,3 milhão de pedidos representa alta de 6% quando comparado com o registro de janeiro. Os moradores da região Nordeste são os que mais aparecem na fila. Da quantidade total de pessoas que aguardam respostas do INSS, 500 mil são nordestinas.
Em março, o tempo médio de liberação de benefícios era de 71 dias, período inferior aos 85 dias necessários em janeiro. Contudo, ainda que passem menos tempo aguardando na fila, o prazo de espera ainda é insatisfatório.
Quais são os prazos do INSS?
No começo de 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou um acordo entre o Ministério Público Federal e o INSS em relação aos prazos de análises. Em síntese, o tempo definido ficou da seguinte forma:
- Aposentadoria por invalidez ou acidente: 45 dias;
- Aposentadorias, exceto por invalidez: 90 dias;
- Auxílio-acidente: 60 dias;
- Auxílio-doença: 45 dias;
- Auxílio-reclusão: 60 dias;
- Benefício assistencial à pessoa com deficiência: 90 dias;
- Benefício assistencial ao idoso: 90 dias;
- Pensão por morte: 60 dias;
- Salário-maternidade: 30 dias;
O que pode diminuir o tempo de espera?
Antes de mais nada é importante destacar que não há a possibilidade de acelerar a concessão de benefício do INSS. Se fosse possível, o número de pessoas na fila não chegaria a 1,3 milhão e muitos dos solicitantes não passariam mais de 12 meses aguardando respostas da autarquia.
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Entretanto, existem algumas ações que podem ajudar o requisitante. Por exemplo, ele pode acompanhar o pedido no portal Meu INSS e encaminhar documentos que estejam faltando. Se for necessário, dados podem ser atualizados pela mesma plataforma.
Além disso, o segurado pode agendar ou refazer a perícia médica. Também pode ser uma boa opção, em casos de demora extrema, ingressar na via judicial exigindo que o INSS responda a solicitação.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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