Um anúncio recente da Meta, empresa por trás das redes sociais Facebook e Instagram, gerou um burburinho no mercado e deixou muitos usuários inquietos. Estamos falando do lançamento de um sistema de assinatura paga para os usuários na Europa, a partir de novembro de 2023.
Instagram e Facebook passaram a ser aplicativos pagos? Entenda
Descubra se o Facebook e Instagram vão se tornar pagos e como vão funcionar os planos de assinatura disponíveis.
Assim, essa decisão, voltada para um modelo sem anúncios e com mais privacidade, veio em resposta às regulamentações da União Europeia (UE) e atinge diretamente as receitas advindas da publicidade nestas plataformas. A seguir, você vai entender como vão funcionar os planos de assinatura paga do Facebook e do Instagram.
Instagram e Facebook passaram a ser aplicativos pagos?

A novidade estará disponível para usuários dos países da UE e também no Espaço Econômico Europeu (EEE). Além da Suíça, o grupo engloba outros países como Noruega, Islândia e Liechtenstein. Ademais, a assinatura terá um custo mensal de 9,99 euros (aproximadamente R$ 53) para uso na web e 12,99 euros (cerca de R$ 68) para dispositivos móveis.
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Entretanto, é crucial ressaltar que essa mudança não significa que o acesso gratuito a essas redes vai deixar de existir. Isso porque o plano gratuito, com exibição de anúncios, continuará disponível para todos os usuários. Já o plano premium surge como uma opção adicional, sem anúncios e com mais privacidade.
Plano ‘premium’ surge para proteger dados dos usuários
A principal motivação por trás da decisão da Meta é estar em conformidade com as crescentes demandas da UE por proteção de dados e privacidade dos usuários. O atual modelo de negócios da empresa, que utiliza informações dos usuários para personalizar publicidade, se tornou alvo de críticas e preocupações.
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No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é o marco regulatório que estabelece diretrizes claras sobre como as informações pessoais dos cidadãos podem ser coletadas, armazenadas e utilizadas por organizações e empresas.
Uma das principais exceções à necessidade de consentimento, conforme definido pela LGPD, é o conceito de “legítimo interesse”. Nesse contexto, as organizações podem coletar e processar dados pessoais sem solicitar permissão prévia, desde que cumpram certos critérios.
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