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Inteligência Artificial pode substituir médicos em hospitais?

Nova ferramenta de IA pode ser o futuro da medicina. Descubra aqui se os médicos perderão espaço nos corredores dos hospitais!

Guilherme TirelliPor Guilherme Tirelli2 min de leitura
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É inegável a influência tecnológica na contemporaneidade. Carros autônomos e Chat GTP são só alguns mecanismos que ganham as manchetes dos jornais. De acordo com o The Wall Street Journal, desde o mês de abril instituições norte-americanas testam a Med-PalM 2.

Nesse sentido, hospitais como a Mayo Clinic já utilizam a inteligência artificial (IA) em suas dependências. A ferramenta de IA é uma variante comunicacional da PaLM 2, anunciado pelo Google em maio. Entretanto, no que diz respeito à medicina, é seguro confiar em um diagnóstico via IA? Descubra nesse artigo se essa ferramenta é capaz de substituir os médicos nos hospitais.

Qual é a tendência global?

Conforme apurou o WSJ, o Google crê que a inteligência artificial pode ser uma ótima alternativa para os países que possuem acesso limitado a médicos. Ainda segundo o jornal, a ferramenta obteve resultados melhores em comparação com modelos do Bard, Bing e Chat GTP.

No entanto, um e-mail interno do Google indica que o Med-PaLM 2 apresenta imperfeições, em especial quanto à imprecisão das informações. O estudo ainda pontuou que a ferramenta errou mais respostas do que os médicos. Portanto, a expectativa é que o mecanismo passe por atualizações para, então, obter um resultado melhor.

O que dizem os especialistas?

Greg Corrado, diretor sênior de pesquisa do Google foi categórico ao pontuar que não confiaria no chat para garantir a saúde de sua família. Porém, ele acredita que existem áreas que a ferramenta pode ajudar. Em resumo, a expectativa é que a inteligência artificial possa “expandir as áreas do cuidado com a sáude”.

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Por fim, o jornal pontua que o Google não terá acesso aos diagnósticos, históricos e dados pessoais dos pacientes. Isso porque essas informações serão criptografadas. De fato a tecnologia pode protagonizar uma mudança nos debates da medicina e de outros setores, mas ainda é preciso ter cuidado.

Imagem: Victor Moussa / shutterstock

Guilherme Tirelli

Autor

Guilherme Tirelli

Fissurado por novos desafios e aventuras, contar histórias e escrever são as minhas paixões. Acredito, portanto, no poder das palavras para construir pontes e emocionar. Atualmente estou no 6º semestre de Jornalismo pela Puc-SP, navegando por todos os campos da comunicação.

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