Segundo um levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em 2022, as transações realizadas com Pix somaram mais de 24 bilhões, com uma média diária de 66 milhões, superando o total de operações realizadas com cartão de débito, boleto, cheques, TED e DOC juntas.
Itaú testa ferramenta que possibilita que os clientes façam Pix sem internet
A inovação do Itaú tem o objetivo de atender a cerca de 20% da população que tem problemas para se fazer transferências via Pix. Confira!
Diante de tamanha popularidade, uma nova forma de fazer transferências via Pix sem a necessidade de conexão com a internet está sendo testada pelo Itaú. A nova funcionalidade poderá ser feita por meio de pagamento por aproximação com um celular previamente habilitado pelo usuário.
Novo Pix do Itaú
A inovação tem o objetivo de atender a cerca de 20% da população que tem problemas para se conectar e, consequentemente, tem dificuldade de fazer transferências via Pix. O projeto utiliza a tecnologia NFC (near field communication), que atualmente já vem instalada na maioria dos smartphones e possibilita pagamentos por aproximação.
De acordo com Bianca de Oliveira Santos, coordenadora de Relação e Inovações Regulatórias do Itaú, o intuito do banco com a nova funcionalidade é assegurar maior alcance do Pix por meio do pagamento offline “para novos públicos ou determinadas regiões”.
Portanto, segundo a proposta, um cliente do Itaú poderia realizar a transação através da aproximação do celular do terminal de pagamento, ainda que esteja sem internet. No entanto, o Pix offline, como deve ser chamado, ainda não tem previsão de ser lançado aos usuários.
Como irá funcionar o Pix offline
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Será preciso que o recebedor tenha um dispositivo conectado à internet para que a nova funcionalidade funcione. Assim, não seria necessário que o pagador estivesse conectado para realizar a transação, bastando encostar o aparelho no celular do destinatário e utilizar a biometria no próprio celular para autenticar a transação.
Se o recebedor não possuir um celular com NFC, o pagador poderá criar um QR Code offline para fazer o Pix, de modo que, nesse caso, o recebedor precisaria ler o QR Code para ter acesso ao pagamento.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom/shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
