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Jovens recebem até R$ 312,50 do governo, reclamam e pedem mais; entenda

Eles desejam a revisão dos programas estudantis. Para isso, o debate reuniu discentes, reitores e parlamentares; confira!

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
Imagem jovem trabalhando enquanto digita em um notebook

Os jovens das universidades públicas de Minas Gerais pedem que o governo reveja as condições do Programa Estadual de Assistência Estudantil. Essas reinvindicações foram feitas durantes os debates sobre o assunto, na última segunda-feira (21).

Esses discentes estão sendo liderados pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eles desejam ter melhores condições nas atividades estudantis. Segundo a vice-presidente da União Estadual dos Estudantes, Camila Moraes Miranda, os debates têm o objetivo de aumentar o orçamento das universidades.

Reinvindicações dos estudantes

Estudantes de universidade em um auditório
Imagem: Bizi88 / shutterstock.com

A categoria solicita o fortalecimento do programa. As principais demandas são relacionadas aos restaurantes universitários e à moradia estudantil.

Além disso, os jovens desejam que a oferta de bolsas de estudo seja ampliada, assim como o valor delas. Eles alegam que as condições atuais não condizem com a realidade. Ademais, o reitor da Universidade Estadual de Montes Claros, Wagner de Paulo Santiago, afirma que as faculdades disputam espaço com o mercado de trabalho.

O reitor explica que, diante do atual cenário econômico do país, os estudantes estão optando buscar emprego em vez de frequentar universidades. Isso porque muitos deles necessitam de recursos financeiros para ajudar os pais nas despesas domésticas.

Programa para os jovens

O Programa de Assistência Estudantil foi implementado pela Lei 22.570, e está em vigor desde 2017. Ele tem como objetivo atender estudantes de baixa renda como incentivo para frequentar as universidades.

Para isso, os beneficiários recebem bolsas que variam de R$ 120 a R$ 312,50. Os valores são diferentes de acordo com a área em que o jovem desejar ter mais apoio. São contemplados setores como moradia, alimentação, transporte, creche, auxílio de inclusão digital e apoio didático-psicológico.

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Outras universidades de Minas Gerais tiveram incentivo fiscais em 2023, mas alegam que os recursos ainda são insuficientes para atender às demandas. Por fim, o assessor chefe de Relações Institucionais da Secretaria de Educação, Fernando Antônio França, destacou que o debate é essencial, visto que a evasão aumentou em instituições públicas e privadas do estado.

Imagem: NDAB Creativity / Shutterstock.com

Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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