Justin Bieber, um dos cantores mais conhecidos da atualidade, vendeu os direitos de suas canções por US$ 200 milhões, isto é, mais de R$ 1 bilhão. O acordo inclui todas as músicas do cantor que foram lançadas antes de 31 de dezembro de 2021.
Justin Bieber vendeu direitos de suas músicas por mais de R$ 1 bilhão: veja os detalhes!
Entenda por que Justin Bieber vendeu os direitos de suas músicas por mais R$ 1 bilhão e saiba o que muda com esse cenário.
Vale destacar que, segundo a revista Rolling Stone, esse foi o maior negócio de venda musical de um artista desta geração.
O que muda com a venda das músicas de Justin Bieber?
Primeiramente, de acordo com a revista, os royalties artísticos das principais gravações do cantor, com os direitos conexos, agora são da empresa Hipgnosis Songs Capital. Contudo, mesmo com a venda, a Universal Music, a gravadora do artista, ainda administrará suas canções.
A empresa compradora investe em gestão musical e já adquiriu catálogos de outros cantores além do de Bieber. Como exemplo, pode-se citar Justin Timberlake, que vendeu suas músicas por US$ 100 milhões, e Neil Young, que vendeu apenas 50%, no valor de US$ 150 milhões.
Por que os artistas vendem seus catálogos musicais?
Um dos principais motivos que levaram os artistas a venderem seus catálogos musicais foi a pandemia de Covid-19. Isso porque as rendas dessas pessoas estão relacionadas às turnês e, com o isolamento social os shows não eram permitidos.
Mas esse não é o único motivo, visto que alguns benefícios fiscais estão se esgotando nos EUA. Um exemplo é a mudança do imposto sobre os ganhos de capital, que deve dificultar qualquer venda acima de US$ 1 milhão. Com isso, a taxa de imposto pela venda de um ativo lucrativo aumentará de 20% para 37%.
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Qual a vantagem para os fundos de investimentos?
Para os fundos de investimentos como Hipgnosis Songs Capital, esse tipo de negócio é vantajoso porque os direitos autorais são bastante rentáveis. Por meio da compra de catálogos musicais, esses fundos podem lucrar ainda mais com licenciamento, royalties e ações de marca.
Imagem: Reprodução/Instagram
