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Lembra dela? Ricardo Eletro reverte falência e abrirá novas lojas

Ricardo Eletro já foi uma das maiores varejistas do Brasil e chegou a ter a falência decretada. Saiba como está a empresa hoje.

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Foto da fachada Ricardo Eletro, com diverso eletrodomésticos à venda

Depois de anos sem lojas físicas e vendendo apenas pela internet, a Ricardo Eletro está pronta para voltar ao mercado. Novo dono da empresa anuncia a abertura de 2 lojas em Minas Gerais e busca de recursos para abrir mais três. 

A Ricardo Eletro foi uma das maiores varejistas do país, chegando a ter cerca de 1.200 lojas em todo o Brasil e quase 30 mil funcionários. O faturamento anual da empresa era de cerca de R$ 9,5 bilhões. 

Entretanto, em 2019, Ricardo Nunes (dono da empresa) deixou o negócio com uma dívida de bilhões em empréstimos com bancos e em meio a um processo de recuperação extrajudicial. Na época ele chegou a ser preso em uma investigação por sonegação de impostos

Ricardo Eletro vai abrir novas lojas

Hoje, o grupo Máquina de Vendas (dona da Ricardo Eletro) é comandada por Pedro Bianchi, e está se recuperando aos poucos. Em 2020, todas as lojas físicas tiveram que ser fechadas para conseguir manter o negócio vivo. 

Atualmente, a empresa conta com um e-commerce e apenas 40 funcionários. Porém, as coisas estão começando a melhorar. Até o ano passado, a loja online tinha cerca de 3 mil produtos à venda, hoje são mais de 10 mil. 

Além disso, o número de visitas ao site da Ricardo Eletro também está crescendo. A média atual é de 25 mil visitas mensais. Diante da melhora, Bianchi anunciou que a empresa está se preparando para abrir duas lojas físicas em fevereiro. Elas irão se chamar “Nossa Eletro”. 

Recuperação da Americanas pode ajudar

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Especialistas defendem que a Ricardo Eletro pode se aproveitar do vácuo deixado pela Americanas, já que pode acabar ficando com o estoque que ia para a varejista e atender, assim, alguns de seus clientes. 

Mesmo que o impacto seja pequeno, pode servir como oportunidade para a empresa mostrar o seu comprometimento com a recuperação do negócio e o pagamento dos credores.

Imagem: Divulgação / Ricardo Eletro

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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