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Lula bateu o martelo: 2 vitórias para quem recebe menos R$ 2,6 mil

Valor de R$ 2.640 passa a valer como faixa de isenção do IR e como renda bruta para famílias participarem de programa habitacional. Veja!

Fernanda CadavalPor Fernanda Cadaval2 min de leitura
Conselho com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O mês do trabalhador iniciou com uma notícia que atinge a todos os brasileiros, mas principalmente quem recebe até dois salários mínimos. Isso porque, o presidente Lula (PT) anunciou que a faixa de isenção do Imposto de Renda vai passar para R$ 2.640.

Além disso, este valor também será considerado como renda bruta de famílias que serão contempladas na faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida. Antes, a família beneficiada deveria ter renda mensal de até R$ 1.800. 

Nova faixa de isenção do Imposto de Renda

A decisão do governo foi publicada através de Medida Provisória, em edição extra do Diário Oficial. Nela, está descrita a isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas que recebem até R$ 2.640 por mês. O valor equivale a dois salários mínimos, reajustado em 1º de maio, para R$ 1.320.

Com a nova faixa de isenção, cerca de 13,7 milhões de contribuintes deixarão de pagar imposto. Vale ressaltar, que esta medida só vale a partir do próximo ano. Isso porque, a declaração é realizada com base no ano anterior, assim a nova faixa de isenção vai acontecer com base no calendário de 2023, que será declarado em 2024.

A medida impacta todos os contribuintes, pois mesmo quem ganha mais que dois salários mínimos, a tributação de imposto só será aplicada em valores que ultrapassam a faixa de isenção.

Mudanças no Minha Casa, Minha Vida vai impactar mais famílias

Outra mudança anunciada pelo governo foi a alteração na renda bruta mensal das famílias para serem contempladas com o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A faixa 1 do programa é destinada às pessoas de renda mais baixa. E com a alteração, mais famílias serão beneficiadas, pois a renda bruta mensal considerada será de até R$ 2.640.

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O objetivo do governo é de que 50% das moradias do programa sejam destinadas para as famílias pertencentes à faixa 1. A meta para esta retomada do MCMV é de entregar 2 milhões de unidades habitacionais até 2026.

Além desta alteração, o Palácio do Planalto divulgou outras mudanças no programa, tais como: possibilidade do aluguel social, aquisição de imóvel usado e a adesão de famílias em situação de rua. Desse modo, a intenção é disponibilizar moradias que estejam próximas a comércios, serviços de saúde e com boa infraestrutura ao redor.

Imagem: Isaac Fontana/Shutterstock

Fernanda Cadaval

Autor

Fernanda Cadaval

Me chamo Fernanda Patzdorf Cadaval de Macedo, tenho 34 anos, e tenho formação em Letras- Português e Jornalismo. Ler e escrever estão entre minhas atividades favoritas. E poder ser uma facilitadora na formação de opinião das pessoas através do meu trabalho, é um grande privilégio dado por essa profissão que exerço há mais de 10 anos.

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