O Governo Lula precisou bloquear R$ 1,5 bilhão do orçamento público para este ano. O motivo é o teto de gastos que ainda está em vigor. Assim, diante desse cenário, o Ministério do Desenvolvimento Social efetuou cortes no programa Auxílio Gás, que chegam a R$ 262 milhões.
Lula corta verba do Auxílio Gás; entenda como fica o benefício agora
Novo bloqueio orçamentário fará com que recursos do Auxílio Gás sejam cortados pela pasta responsável. Entenda!
Caso o corte se mantenha, cerca de dois milhões de brasileiros podem ficar sem o benefício no mês de dezembro deste ano, segundo informações divulgadas pelo Metrópoles. Entretanto, o corte não irá prejudicar os pagamentos para este mês.
Vale lembrar que o governo busca a aprovação do novo Marco Fiscal, com o objetivo de substituir o atual teto de gastos, que limita as despesas públicas. Portanto, a partir da nova regra, será possível abrir espaço no orçamento.
Orçamento deve voltar ao Auxílio Gás
O jornal Estado de S. Paulo divulgou o corte milionário no Auxílio Gás a partir de dados da agência Contas Abertas. Ao veículo, a pasta responsável pelo programa social afirmou que foi necessário tomar a medida, mas há a intenção de recompor o montante antes de dezembro.
Assim, caso confirmem a informação da recomposição do dinheiro, o corte não afetará os beneficiários. Além disso, ao que tudo indica, o corte não impactará os pagamentos que o governo irá realizar até o final deste ano.
Como funciona o benefício?
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Atualmente, o governo destina o Auxílio Gás aos brasileiros de baixa renda para a compra integral do botijão de 13kg. Os repasses são efetuados a cada dois meses e seguem o mesmo cronograma do Bolsa Família. Diante disso, os próximos pagamentos do beneficio acontecem nos meses de agosto, outubro e dezembro. Ademais, o governo já divulgou o calendário para os depósitos.
Por fim, para ser atendido pelo programa, é preciso ter renda mensal per capita de até meio salário mínimo e estar devidamente inscrito no Cadastro Único. Ao todo, quase 6 milhões de famílias são atendidas.
Imagem: renata colella/shutterstock.com
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