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Lula faz crítica a Selic e investidores vão a loucura

Descubra as palavras de Lula sobre a taxa Selic que deixaram os investidores em êxtase. Leia agora as declarações.

Avatar de Ana Ferreira Ana Ferreira · · 2 min de leitura
Presidente Lula durante um discurso, vestido com uma camisa vermelha, segurando um microfone com uma das mãos e gesticulando com a outra. Ao fundo, uma bandeira do Brasil aparece desfocada.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou recentemente a taxa básica de juros do Brasil, conhecida como taxa Selic, que está em 13,75% ao ano. Ele argumentou que, para garantir a circulação do dinheiro no sistema capitalista, as taxas de juros precisam ser reduzidas.

As taxas de juros são o valor que os bancos cobram quando emprestam dinheiro. Quando as taxas são altas, pegar empréstimos fica mais caro para pessoas físicas e jurídicas, o que desestimula os investimentos e o crescimento econômico.

Por outro lado, quando as taxas estão baixas, os empréstimos se tornam mais acessíveis, o que pode incentivar os investimentos e estimular a economia.

Lula propõe redução das taxas para estimular economia

O presidente Lula acredita que a taxa de juros atual está muito alta e isso prejudica o desenvolvimento do país. Ele defende que o Banco Central, que é responsável por definir a taxa Selic, deve considerar não apenas o controle da inflação, mas também o crescimento econômico e a criação de empregos.

Lula acha que não há justificativa para a taxa de juros estar no nível atual, que foi determinado pelo presidente do Banco Central indicado durante o governo Bolsonaro e aprovado pelo Senado.

Além disso, o presidente também sugere que o Brasil precisa de uma meta flexível de inflação, ou seja, um objetivo para controlar a inflação que possa ser ajustado de acordo com a realidade econômica do país.

Os benéficos da redução das taxas de juros no Brasil

Lula acredita que a redução das taxas de juros estimularia os investimentos públicos, ou seja, o governo investiria mais em áreas como infraestrutura, por exemplo. Ademais, também cita instituições como o BNDES, o Banco do Nordeste, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que voltariam a ser bancos de investimento.

Além da crítica às taxas de juros, Lula anunciou o lançamento do “PAC 3” (Programa de Aceleração do Crescimento 3) no próximo mês. Esse programa tem como objetivo concluir projetos de infraestrutura inacabados e estimular investimentos por meio do uso de recursos do orçamento nacional, bancos públicos e parcerias público-privadas.

No final das contas, o futuro econômico do Brasil dependerá das decisões do governo, do Banco Central e das políticas adotadas. Só o tempo dirá se as propostas de Lula serão implementadas e quais serão as consequências para a situação financeira do país.

Imagem: Wagner Vilas / Shutterstock.com

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