De acordo com informações da equipe do Governo Lula (PT), já existe uma proposta para que se crie um serviço de streaming gratuito com conteúdo exclusivo da arte nacional. Ou seja, a plataforma teria o objetivo de fomentar a cultura e pertenceria à TV Brasil, estatal de audiovisual brasileira.
Lula pretende criar novo serviço de streaming totalmente gratuito
O serviço será similar à Netflix e Prime Video e contará com um conteúdo altamente exclusivo. Descubra como a plataforma irá funcionar!
Em resumo, seria um projeto similar ao que já existe na Alemanha, onde o conteúdo teria foco em produções feitas no Brasil. Confira, a seguir, como a plataforma poderá funcionar.
Streaming estatal para aumentar consumo nacional
De acordo com dados da Ancine de 2021, o setor audiovisual brasileiro ainda ocupa apenas 23% de todas as produções vistas no país. Por isso, criar um streaming gratuito com filmes, séries, documentários e minisséries poderia ser uma forma de potencializar o consumo de obras nacionais.
Pelo que já se sabe, na prática, funcionaria da seguinte forma: uma produtora poderia captar recursos através da Lei Rouanet e, após sair do cinema, a obra entraria no catálogo do streaming. Contudo, isso não impediria também a venda para os concorrentes, como, por exemplo, o Prime Video ou a Netflix.
Outra possibilidade, a fim de não criar animosidade com produtoras multinacionais, é ter o streaming com foco em pequenas produtoras. Dessa forma, abriria espaço para as produções que costumam não aparecer em canais grandes ou de maior alcance.
Streaming da TV Brasil ainda requer discussão
Mesmo que a recepção de um streaming com conteúdo 100% nacional seja visto com bons olhos pelo governo, o serviço ainda precisa ser detalhado. Pelo menos é o que informa o Ministério da Cultura.
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+311 mil seguidores
A ministra Margareth Menezes ainda não se pronunciou publicamente sobre o assunto, entretanto, aliados informam que o projeto é possível.
Por fim, ainda não há previsão orçamentária para a proposta, por isso, se a plataforma sair do papel, não deve ser concluída ainda em 2023.
Imagem: Said Marroun/ shutterstock.com
