Os bancos são instituições financeiras que oferecem uma variedade de serviços, incluindo contas correntes, empréstimos, investimentos, cartões de crédito, seguros, entre outros. Eles são importantes para a economia de um país, pois fornecem recursos financeiros para indivíduos, empresas e governos.
Entretanto, às vezes essas instituições têm problemas financeiros e mostram que não são tão sólidas quanto pareciam.
Nesse sentido, desde 2001, 563 bancos faliram nos Estados Unidos, principalmente durante a crise financeira de 2008. Entre os mais conhecidos estão o Lehman Brothers, que entrou com pedido de falência em setembro de 2008, sendo o primeiro a quebrar na crise do “sub Prime”.
O que está por trás da quebra dos bancos norte-americanos?
O topo dos problemas financeiros que os bancos dos Estados Unidos sofreram foi em 2008. O motivo da crise, na época, era que essas instituições ofereciam crédito imobiliário sem garantias de retorno, as famosas “hipotecas”.
Desta forma, quando as pessoas não conseguiam honrar com os compromissos, a instituição era quem assumia o prejuízo. Esta foi a crise do “sub prime”.
Vale ressaltar que economia norte-americana gira de forma muito rápida e acaba sendo o centro do mundo. Deste modo, mudanças bruscas em determinadas circunstâncias fiscais abalam muito mais e os instituições financeiras são as primeiras a serem afetadas.
Economia forte no pós pandemia
Para reaquecer a economia, após a pandemia de Covid-19, houve um forte incentivo do governo para instituições financeiras. Além disso, o FED (Federal Reserve, Banco Central dos EUA) suavizou as regras para os bancos. Dessa forma, a categoria pôde gastar 100% dos depósitos que recebiam, o que antes a lei proibia.
No entanto, esse pode ter sido o início dos problemas do SVB, pois ele começou a comprar ativos de longo prazo com o dinheiro dos clientes. Entretanto, a taxa de juros passou a subir e o valor dos ativos a cair, o que deu início à quebra da empresa.
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