A ministra Marlène Schiappa, da França, causou polêmica após posar para a revista Playboy. A política e escritora responsável pela da pasta da Economia Social e das Associações Francesas recebeu diversas críticas, inclusive do partido Renascimento, pela participação considerada “inadequada” na revista erótica.
Ministra causa polêmica após posar para a Playboy
A ministra foi criticada por ter a participação na revista erótica Playboy considerada inadequada em meio a situação do país. Confira!
Na edição da revista Playboy, a ministra e escritora de livros eróticos, posou com um vestido branco, ilustrando a entrevista que trata dos direitos das mulheres, literatura e política.
Ministra se posicionou nas redes sociais após críticas sobre aparição na Playboy
Assim, após as diversas críticas recebidas sobre a aparição na Playboy, a ministra se posicionou nas redes sociais. De acordo com Schiappa, em sua conta no Twitter, “defender o direito das mulheres de dispor de seus corpos é em todo lugar e o tempo todo. Na França, as mulheres são livres. Isso desagrada aos retrógrados e aos hipócritas”.
A ministra Schiappa recebeu críticas de outras figuras políticas pela participação na revista em meio às tensões na França. A primeira-ministra, Élisabeth Borne, afirmou à Schiappa que a aparição na Playboy foi “totalmente inadequada” em meio ao contexto atual do país. Contudo, para a revista erótica, a ministra é a política “mais compatível com a Playboy”.
O que está acontecendo na França?
A França está enfrentando diversos protestos contra a reforma da Previdência aplicada pelo governo do presidente Emmanuel Macron. As manifestações começaram ainda em janeiro, quando milhares de pessoas se reuniram contra a adoção da reforma.
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Contudo, os protestos causaram milhares de toneladas de lixo espalhadas pelas ruas de Paris, bloqueios de depósitos e refinarias, além de greve entre funcionários da Torre Eiffel, Museu do Louvre e trabalhadores de empresas de saneamento.
Nas manifestações do dia 23 de março, 457 pessoas foram presas e 441 policiais e agentes tiveram ferimentos. De acordo com o sindicato CTG, 5 milhões de pessoas participaram dos atos nos dias 7 e 23 do último mês.
Imagem: Faiz Zaki / Shutterstock
