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Moeda de R$ 1 pode valer R$ 8.000 e você nem imagina

Os colecionadores de moedas são capazes de pagar milhares de reais para ter essa moeda rara em suas coleções. Confira!

Victoria AmaralPor Victoria Amaral2 min de leitura
moeda rara de 1 real na mão de uma mulher

O que leva uma moeda de apenas R$1 a chegar a valer R$8.000? O motivo, nesse caso, é a raridade da peça, que foi emitida pelo Banco Central em 2016. A moeda apelidada de “perna de pau” faz parte da coleção de moedas especiais dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que aconteceram no mesmo ano. 

A coleção mostra o desenho de diversos atletas praticando esportes presentes nas olimpíadas e paraolimpíadas, sendo assim uma edição limitada e rara. Por isso, os colecionadores chegam a pagar milhares de reais em uma dessas moedas. 

Moeda “perna de pau” 

A moeda “perna de pau” retrata dois atletas com próteses nas pernas disputando uma corrida na categoria de atletismo paralímpico. Por causa das próteses, os colecionadores apelidaram a gravura de “perna de pau”. 

O valor de R$8 mil é pago pelo colecionador Gil, que num vídeo divulgado no TikTok chamou a atenção pela quantia oferecida pela moeda. Sob o nome de Gil Colecionador, o homem diz que quem tiver a moeda de R$1 pode procurá-lo, pois ele está disposto a pagar os milhares de reais. 

Ele ainda destaca que a “perna de pau” deve ser bifacial, ou seja, apresentar a imagem dos atletas dos dois lados. O Colecionador diz que a moeda é rara demais e que vale muito dinheiro. 

Coleções de moedas

A coleção comemorativa das olimpíadas no Brasil começou a ser lançada ainda em 2012, com a entrega da bandeira olímpica de Londres para o Brasil. A partir daí, as coleções começaram a surgir, com peças que retratam os mascotes dos jogos, a entrega da bandeira e os esportes praticados. 

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Além da edição olímpica, algumas moedas mais antigas também podem valer muito dinheiro. Exemplos disso são a de 300 cruzeiros de 1972 e a comemorativa de 20 reais, com a taça da copa do mundo de futebol. Essas moedas podem chegar a custar R$4 mil. 

Por fim, é importante lembrar que as mais caras são as que ficaram menos tempo em circulação, ou seja, têm mais chances de estarem em um bom estado de conservação. A moldura também influencia no valor das peças para colecionadores.

Imagem: joaogbjunior / pixabay.com

Victoria Amaral

Autor

Victoria Amaral

Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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