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Moedas vão desaparecer? Produção de moedas tem queda surpreendente

O número de moedas confeccionadas teve uma ligeira queda. Confira os impactos na economia que o sumiço provoca!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Moeda de 1 real diante de um fundo em branco. Na parte de baixo, a escrita "moedas vão desaparecer interrogação" em evidência.

Ao contrário da produção das cédulas de papel que apresentou um aumento nos últimos anos, o número de moedas confeccionadas teve uma ligeira queda. Em 2015, foram produzidos R$ 658 milhões em moedas; já em 2021, o número apresentou uma queda para R$ 619 milhões.

Nos mesmos anos, respectivamente, foram confeccionados R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões em cédulas. A comerciante Fabiana Filizzola afirmou ao jornal Itatiaia que, realmente, o dinheiro físico sumiu.

As moedas ainda circulam com maior frequência do que as notas de R$ 2, R$ 5 e R$ 10, que, para ela, estão sumindo – o que dificulta o troco em seu estabelecimento.

Substituição das moedas

De acordo com o especialista em tecnologia e comportamento digital Tiago Belotte, a substituição do dinheiro físico pelo virtual é inevitável, já que vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado. Para ele, pode ser que em breve se deixe de associar o papel-moeda ao dinheiro.

O infectologista Leandro Curi afirma que, embora as moedas e cédulas sejam sujas e possam transmitir doenças, os meios digitais também podem ser prejudiciais a saúde, já que, ao digitar a senha do cartão, por exemplo, o usuário pode se contaminar ao ter contato com a maquininha.

Fim do dinheiro físico?

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Para o sociólogo e especialista em segurança pública Luiz Flávio Sapori, a diminuição da circulação de papel-moeda, principalmente no comércio, “contribui para a segurança pública”, já que com a redução do papel-moeda a oportunidade de assaltos é reduzida.

De acordo com a avaliação de Paulo César Feitosa, economista e professor, o dinheiro físico, cada vez mais, vai perder espaço no nosso dia a dia. Contudo, o papel-moeda não irá acabar, apenas irá perder, de forma gradual, sua importância. As informações são do jornal Itatiaia.

Imagem: Lomonovskyi / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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