Raquel de Melo Pereira é acusada de ser a responsável por um golpe em que homens eram seduzidos e tinham os aplicativos de bancos instalados em seus celulares acessados. Posteriormente, a mulher fazia uma verdadeira limpa nas contas das vítimas. A jovem de 24 anos foi presa pela Polícia Civil do Rio de Janeiro ontem (12).
Mulher seduzia homens para acessar apps de bancos e dar golpes
Investigadores afirmam que a jovem explora a beleza para conseguir conquistar a confiança de homens e aplicar os golpes.
De acordo com a política, Raquel realizou transferências da conta de um homem que passou a noite com ela. Além de retirar valores da conta, a jovem ainda utilizou os cartões de crédito da vítima. Segundo a investigação, a mulher andava com uma maquininha de cartão.
Golpista dopava as vítimas após seduzí-las para aplicar o golpe
De acordo com o delegado Vilson de Almeida Silva, a golpista dopava as vítimas após seduzí-las para aplicar o golpe e, por sua vez, ter acesso às contas e realizar as transferências. Raquel já era investigada pela Polícia Civil por crimes semelhantes ao que levou à sua prisão nesta semana.
Sendo assim, investigadores afirmam que a jovem explora a beleza para conseguir conquistar a confiança de homens que posteriormente se tornariam suas vítimas. A mulher já tinha 13 passagens por furtos, estelionato e até mesmo injúria. Ela foi presa por policiais da 35ª DP, localizada no bairro Campo Grande.
‘Golpe dos nudes’: quadrilha movimentou mais de R$ 5 milhões em três meses
Recentemente, após um ano de investigação da Polícia Civil, policiais do Distrito Federal, Goiás e Rio Grande do Sul prenderam 4 pessoas acusadas de serem integrantes de uma quadrilha que aplicava o “golpe dos nudes”. Em apenas 3 meses, os suspeitos chegaram a movimentar mais de R$ 5 milhões.
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O golpe funcionava da seguinte forma: uma mulher procurava a pessoa nas redes sociais, a convidada para conversar, enviava uma foto nua e depois um falso pai afirmava que a imagem era de sua filha menor de idade. A vítima tinha que transferir altos valores, inclusive para um falso enterro.
Mas não parava por aí. Os golpistas ainda afirmavam ser amigos de policiais, que exibiam armas. Tudo para colocar mais medo na vítima. Assim, mais valores eram exigidos para manter o caso distante da mira das “autoridades”.
Imagem: Antonio Guillem / shutterstock.com
