Desde maio, os clientes da Netflix não podem mais compartilhar senhas no Brasil. Nesse sentido, a medida foi tomada pelo serviço de streaming de forma arriscada, mas acabou rendendo resultados positivos para a empresa.
Isso pois houve aumento no número de assinantes depois dessa restrição no mundo inteiro. Com isso, regras ainda mais duras serão aplicadas pela companhia a esse respeito. Assim, saiba mais informações sobre o assunto a seguir.
Número de assinantes aumenta com a proibição de compartilhamento de senhas
A Netflix surpreendeu seus clientes em vários países ao proibir o compartilhamento de senhas. Mas a medida deu certo para o streaming, que conquistou mais de 6 milhões de novas assinaturas entre abril e junho deste ano, como confirmado pela empresa, no último dia 19, em uma carta aos acionistas.
Ao todo, são 238,39 milhões de pessoas que usam o serviço no mundo. Desse total, cerca de 25% dos clientes novos optaram pelo plano mais barato, que exibe propagandas no meio do filme ou série assistido, como se fosse uma programação de TV. Tal opção custa R$ 18,90 no Brasil.
Ademais, o maior crescimento de assinantes ocorreu no bloco formado por Europa, Oriente Médio e África: o número foi de 2,43 milhões. Já o acréscimo no grupo composto por Estados Unidos e Canadá chegou a 1,17 milhão de pessoas.
Medidas mais restritivas serão tomadas pela Netflix
Por fim, o streaming pretende acabar com os planos básicos sem propagandas nos Estados Unidos e no Reino Unido. Assim, quem deseja assistir os conteúdos da plataforma sem interrupções com propagandas deverá assinar uma opção mais cara. A medida começou a ser aplicada no início desta semana.
No Brasil, o plano mais barato, com propagandas, custa R$ 18,90, como já citado. A assinatura básica custa R$ 25,90 por mês, sem interrupções, mas com resolução de apenas 720p e uma tela. Já a padrão tem valor de R$ 39,90, com duas telas simultâneas e resolução de 1080p. Por outro lado, a mais cara, que é a Premium, custa R$ 55,90, com 4 telas simultâneas e a resolução em 4K+HDR.
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