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Notícia surpreendente sobre as novas regras do parcelado sem juros do cartão é revelada; confira

Saiba quais são as novidades no processo para definir as novas regras do parcelado com juros no cartão de crédito!

Maria Leticia MenezesPor Maria Leticia Menezes2 min de leitura
Pessoa passando cartão cancelado na maquineta Parcelado

As novas regras do parcelado sem juros para os cartões ainda não estão definidas. No entanto, nesta semana, houve um novo avanço. Isso porque a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) realizaram nova reunião.

Ainda, a última sexta-feira (20), representantes das duas entidades definiram novas informações para o processo. Continue a leitura e saiba os encaminhamentos informados até agora!

Parcelado e juros no cartão

Desse modo, em um cenário de intensos debates sobre as reformas nas regras do parcelado sem juros no cartão de crédito, a Febraban e a Abrasel realizaram uma reunião na última quinta-feira (19). Com os presidentes das duas entidades, Isaac Sidney (Febraban) e Paulo Solmucci (Abrasel), segundo o portal Valor.

Nesse sentido, foram discutidas propostas que buscam atender a todos os envolvidos na cadeia do crédito. No entanto, Paulo Solmucci revelou que ainda há detalhes a serem acordados, principalmente com o aval do Banco Central. Logo, indica que a colaboração entre os setores é essencial para o sucesso da empreitada.

Contudo, é importante ressaltar que o projeto não confere ao Banco Central a autoridade para decidir. Portanto, os setores bancários, varejistas e de credenciamento precisam chegar em um acordo conjunto.

Imagem: d.ee_angelo/shutterstock.com

O que diz o processo que propõe a mudança?

À vista disso, vale ressaltar que a reunião aconteceu no contexto da aprovação de um projeto de lei pelo Senado, que limita os juros do rotativo do cartão de crédito. Atualmente, essas taxas atingem patamares alarmantes, chegando a 445% ao ano.

Dessa forma, o projeto determina que os setores interessados têm um prazo de três meses para apresentar uma proposta de autorregulamentação, sob a supervisão de um grupo de trabalho liderado pelo Banco Central.

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A apesar da potencial legislação aprovada pelo Congresso, os bancos se mostram relutantes em aceitar um freio nos juros rotativos sem uma contrapartida. Por isso, ainda precisam ser defendidos acordos com o setores e com o BC. A próxima reunião está agendada para o dia 7 de novembro, a fim de definir um acordo entre as partes envolvidas.

Imagem: ViDI Studio/shutterstock.com

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Maria Leticia Menezes

Autor

Maria Leticia Menezes

Jornalista em formação e redatora recifense.

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