Com as atualizações referentes ao Imposto de Renda, a nova tabela passa a valer a partir deste mês de maio. Nesse sentido, uma das principais novas regras isenta os brasileiros que recebem até R$ 2.640. De acordo com informações do governo, isso significa que cerca de 13 milhões de pessoas não precisarão mais pagar o tributo.
Nova tabela do Imposto de Renda começa a valer neste mês; confira os valores
Tabela do Imposto de Renda dos brasileiros foi finalmente atualizada depois de mais de cinco anos. Saiba os detalhes!
Ademais, além desse grupo, a nova tabela beneficia os trabalhadores que recebem acima de dois salários mínimos. Isso porque, com base nas alíquotas e cálculos, o desconto na folha de pagamento será menor.
Mesmo nas faixas de renda mais altas, haverá uma redução no valor de IR a ser pago. O reajuste dos tributos foi uma das promessas de campanha do presidente Lula (PT).
Nova tabela do Imposto de Renda
Diante das alterações, a nova tabela fica da seguinte forma:
| Até R$ 2.640 | Isento |
| De R$ 2.640,01 a R$ 3.919,35 | 7,5% |
| De R$ 3.919,36 a R$ 5.210,09 | 15% |
| De 5.210,10 a R$ 6.467,89 | 22,5% |
| A partir de R$ 6.467,90 | 27,5% |
Vale lembrar que foi criada uma dedução automática de R$ 528. Dessa forma, o trabalhador que recebe até R$ 2.640 não pagará nenhum tipo de imposto: nem com desconto na folha de pagamentos, nem na declaração anual.
Ademais, as mudanças não alteram em nada as regras da declaração deste ano. Isso porque as informações deste ano, que devem constar para a Receita Federal, são referentes a 2022.
Tabela do Imposto de Renda desatualizada
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Antes da mudança anunciada pelo governo Lula, a tabela do IR não era atualizada desde 2015. Assim, acumulava uma ampla defasagem. Por isso, cada vez mais brasileiros eram obrigados a pagar os tributos.
Por fim, a gestão federal ainda promete que, até o final do mandato, a faixa de isenção deve chegar aos R$ 5 mil. O montante foi anunciado durante o período de campanha de eleitoral do petista, mas depende da aprovação de reformas e do controle das despesas públicas, conforme aponta o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Imagem: Pamela Marciano/ Shutterstock.com
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