O acordo fechado entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério Público do Trabalho (MPT) garante a contratação de 800 candidatos aprovados em concursos públicos realizados desde 2014. O prazo estabelecido para a contratação é de até seis meses.
Novo acordo vai trazer 800 concursados para trabalhar na Caixa; confira
Com a decisão do Ministério Público do Trabalho, em até um ano, banco terá de chamar candidatos aprovados. Entenda mais!
A Caixa também se comprometeu a não abrir mais concursos destinados ao preenchimento de vagas reservas, ou com número de vagas que não supra a real necessidade da instituição. Entenda os motivos!
Caixa recebe ação do Ministério Público
O MPT do Distrito Federal e de Tocantins (MP-DF/TO) entrou com uma ação em 2016, devido a irregularidades em nomeações para vagas em concursos. A ação foi juizada pelo procurador Carlos Eduardo Carvalho Brisolla, que teve seu pedido atendido.
As vagas eram destinadas a escriturário, médico do trabalho e engenheiros. Até agora a Caixa convocou 18 mil candidatos e nomeou mais de 11 pessoas. Não há previsão para a realização de novos concursos.
Como vão funcionar as contratações?
Com a homologação do ministro Alexandre Ramos no dia 26 de maio, o banco já está autorizado a chamar os candidatos. De acordo com as informações do site do MPT, o prazo para o cumprimento do acordo pode ser prorrogado em até um ano.
A Caixa deve formalizar as convocações rapidamente. Se o acordo não for respeitado, o banco deverá pagar uma multa de R$ 50.000 por cada candidato que não foi chamado.
A seleção feita pela instituição foi realizada em 2014, e as vagas ofertadas eram, exclusivamente, para formação de cadastro reserva. No total, 1.176.614 de pessoas se candidataram.
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O cargo era para técnico bancário novo, com remuneração de R$ 2.025. A vaga era para nível médio, ou seja, era necessário ter o ensino médio completo para concorrer. O processo seletivo foi composto por provas objetivas, discursivas e exames médicos admissionais.
Por fim, o juízo da 6ª Vara do Trabalho também determinou que concursos para vagas suplentes não podem ser realizados.
Imagem: rafastockbr/Shutterstock.com
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