O Governo do Rio de Janeiro lançou na última terça-feira, 19, um programa que irá liberar crédito de até R$ 25 mil aos moradores. A ideia é que o benefício seja focado em comprar imóveis, tanto novos como usados, em toda a região.
Assim, o Rio de Janeiro apresentou o Habita+, que vai garantir 14 mil cartas de crédito para que os moradores as utilizem na compra de imóveis. A previsão é que o benefício abranja pessoas que ganham até 2 salários mínimos e servidores públicos, preferencialmente da área de segurança pública.
Saiba mais sobre o novo benefício do governo do Rio de Janeiro

A proposta ainda passará pela votação dos deputados estaduais, após o envio do Projeto de Lei que explicitará as iniciativas do Habita+ até esta quinta-feira, dia 21. Dessa maneira, será submetida à votação em regime de urgência.
Se a proposta for aprovada, os mecanismos para cadastramento serão disponibilizados para os interessados no novo benefício. Além da carta de crédito de R$ 25 mil, os cidadãos também terão acesso a um financiamento de 420 meses para a compra do imóvel. Assim, também será possível utilizar o FGTS e outros subsídios do governo federal.
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“Eu acredito que dentro de um mês a um mês e meio a gente já esteja apresentando imóveis cadastrados para a população escolher onde vai morar”, declarou o secretário estadual de Habitação de Interesse Social, Bruno Dauaire, sobre o cronograma do benefício.
Novo projeto substitui Casa da Gente, trazendo propostas antigas
Com o lançamento do Habita+, o programa Casa da Gente foi extinto. No entanto, a nova proposta ainda mantém iniciativas de construção de unidades habitacionais para vítimas de desastres e o Aluguel Social. Demais projetos habitacionais também entrarão no Habita+. Segundo os cálculos do Governo, este novo benefício, enquanto projeto, trará mais de 75 mil empregos para o setor.
Por fim, a ideia com a mudança deste benefício é que haja mais de 6 mil imóveis vagos disponíveis, além de outras 8 mil unidades para construção. No entanto, de acordo com o secretário, ainda não há nenhuma definição sobre as novas construções. “Teremos um diagnóstico de déficit habitacional para ver onde a gente pode e precisa atuar”, diz Dauaire.
Imagem: Vergani Fotografia/shutterstock.com
