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Novo decreto de Lula proíbe vigilantes de usar armas calibre 38?

Nova medida adotada pelo governo federal altera o acesso a armas de fogo em todo o país. Saiba como ficam os vigilantes!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Mãos de homem escolhendo revólver em uma prateleira com armas de fogo dentro de uma loja.

O decreto recente do governo federal que decidiu pela restrição do acesso a armas de fogo tem gerado debates nas redes sociais. Contudo, é preciso reforçar que muita desinformação tem se espalhado pelas redes. Uma delas trata justamente sobre uma proibição para vigilantes. 

De acordo com publicações que circulam sobre a temática, vigilantes estariam proibidos de portar armas calibre 38 em decorrência de uma nova regra. Trata-se de um dos modelos mais usados neste cenário. 

O texto ainda chega a citar crime hediondo e inafiançável caso algum trabalhador tenha uma arma desse tipo. Com base na apuração realizada pelo Boatos.org, três versões sobre a suposta proibição foram localizadas. Todas em tom alarmista.

Polícia Federal esclarece o caso

Diante do possível alcance das publicações, a Polícia Federal se manifestou sobre o caso para esclarecer a desinformação. De modo geral, ainda com base na apuração do portal, a nota enviada afirma que novo decreto não traz mudanças para a atuação dos vigilantes em relação ao porte de armas.

Segundo a PF, os trabalhadores em serviço são permitidos a portar revólver calibre 32 ou calibre 38 e fazer uso do cassetete de madeira ou de borracha. Há ainda outras possibilidades para os vigilantes. 

Em teoria, o acesso a armas calibre 38 foi restrito apenas para as forças de segurança. Isso porque ultrapassam a quantidade de joules permitida pelo decreto. Porém, tal medida ainda carece de ajustes.

Indícios de desinformação

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Assim como outras publicações com desinformação que circulam nas redes sociais e aplicativos de mensagens, o caso da arma de fogo calibre 38 para vigilantes traz aspectos que sempre estão presentes em notícias falsas. Veja alguns deles.

  • Teor apelativo;
  • Sentido de urgência;
  • Falta de citação de fontes confiáveis;
  • Tom vago.

Imagem: Nomad_Soul/ shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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