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Novo modelo de atendimento do Santander que pode acabar com agências bancárias é alvo de críticas

Uma nova forma de atendimento implementada pelo Santander tem causado preocupação e gerado críticas. Saiba mais!

Avatar de Andreza Araújo Andreza Araújo · · 2 min de leitura
Fachada banco Santander

Uma nova forma de atendimento oferecido pelo Banco Santander tem gerado críticas, principalmente dos funcionários da instituição financeira. Trata-se do’ Santander Perto’, que vem sendo implementado neste ano.

O modelo visa atender clientes em áreas que possuam grande circulação de comércios e oferecer diversos serviços, como pagamento de contas e recargas de celular. Teme-se que agências sejam fechadas por isso. Saiba mais informações.

‘Santander Perto’ causa preocupação em funcionários

Uma reunião entre os representantes da instituição financeira e a Comissão de Organização dos Empregados (COE Santander) discutiu como será realizado o ‘Santander Perto’, novo tipo de atendimento idealizado pelo banco, na última segunda-feira (10).

A COE Santander demonstra insegurança quanto a esse novo modelo, já que ele pode substituir agências bancárias e diminuir a qualidade do atendimento ao usuário.

A coordenadora da COE Santander, Wanessa de Queiroz, explicou o motivo pelo qual os funcionários temem o avanço desse tipo de serviço.

“Expressamos nossa preocupação com este modelo de atendimento. O banco é uma concessão pública, tem o dever de oferecer um atendimento de qualidade, e não pode precarizar o atendimento aos clientes e o trabalho por meio da implantação destes correspondentes bancários”, comentou ao portal Sindicato dos Bancários.

Já o Santander disse nessa reunião que existem 15 unidades espalhadas pelo país e garante que não haverá a substituição de agências com esse modelo.

Corte de gastos da instituição financeira

Ao longo de 2022, o banco realizou o fechamento de 286 agências, trazendo esse novo tipo de atendimento, o qual não conta com portas de seguranças, caixas e nem gerentes operacionais.

O caso intriga também a comissão de empregados do Santander e eles cobram mudanças. Wanessa argumenta, ainda, que as políticas para reduzir custos que vem sendo realizadas pelo banco são um absurdo, uma vez que os profissionais que trabalham nesse modelo são terceirizados, não recebem o piso, muitos menos os direitos da categoria.

Imagem: Alf Ribeiro / shutterstock.com

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