Nesta sexta-feira (11), o Governo Federal lança o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê o investimento de R$ 60 bilhões por ano. A medida trata sobre a retomada de serviços paralisados em diversos setores e a aplicação de novos empreendimentos no país.
Novo programa do Governo Federal prevê investimentos de R$ 60 bilhões
Programa relançado nesta sexta pelo governo Lula, prevê investimentos bilionários a cada ano em diversas áreas da sociedade. Veja!
Ao todo, os projetos serão divididos em nove áreas. Vale ressaltar que a iniciativa foi criada em 2007, em um dos mandatos do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e foi capaz de reunir programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, além de projetos de infraestrutura.
Fora os recursos aplicados pela União, o PAC deve contar com investimentos da Petrobras e de parcerias público-privadas. Com isso, a estimativa é de que o total aplicado no programa chegue à marca de R$ 1 trilhão até 2026.
Áreas de projetos do novo programa do governo Lula
As nove áreas que contemplam o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal são:
- Transportes;
- Saúde;
- Educação;
- Infraestrutura urbana;
- Água para todos;
- Inclusão digital e conectividade;
- Transição e segurança energética;
- Infraestrutura social;
- Defesa.
Retomada do programa
A retomada do programa acontece após a paralisação pelo Governo de Michel Temer (MDB) e, posteriormente, de Jair Bolsonaro (PL). Nas edições anteriores, o PAC teve um gasto de R$ 666,5 bilhões, com base em cálculos atualizados pela inflação. Como se pode observar, o valor é bem superior ao previsto para esta nova fase.
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Após a vitória de Lula nas eleições presidenciais, durante a transição do governo, uma versão atualizada do programa começou a ser elaborada pela equipe. Apesar dos altos valores aplicados, o PAC apresentou baixa execução de obras. Informações do TCU apontam para apenas 9% na primeira fase e 26% na segunda.
Ao longo dos anos, o recorde de gastos foi registrado em 2014, em decorrência da realização da Copa do Mundo no Brasil. No período, o montante chegou a R$ 97,5 bilhões, segundo dados do Tesouro Nacional.
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com
