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Nubank e PicPay oferecem grande serviço que muitos clientes não utilizam

Descubra como o Pix no crédito pode ser uma solução para pagamentos rápidos em estabelecimentos que não aceitam cartão.

Avatar de Davi Aguiar Davi Aguiar · · 2 min de leitura
Aplicativo PicPay aberto no celular sobre uma mesa de madeira. À esquerda há um calculadora.

Fazer um Pix no crédito pode ser uma opção para quem precisa resolver pagamentos urgentes ou quando estabelecimentos não aceitam cartão. No entanto, é importante estar atento às taxas cobradas por essa modalidade de pagamento.

Enquanto o Pix tradicional, de conta para conta, não possui tarifas, ao utilizar o cartão para fazer o pagamento, é necessário considerar a incidência de juros e, em alguns casos, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Isso significa que o valor a ser pago posteriormente será maior do que o montante transferido.

Atualmente, duas instituições financeiras oferecem essa facilidade, o Nubank e o PicPay. Saiba a seguir mais informações sobre isso!

Como funciona a modalidade no Nubank e no PicPay?

No Nubank é possível fazer pagamento pelo Pix no Crédito, com opção de pagamento em uma única parcela, na fatura atual, ou em até 12 vezes no cartão. Assim, pode-se escolher em qual fatura o pagamento será realizado, seja na próxima ou nas duas seguintes.

No entanto, é importante ressaltar que, a cada prorrogação do pagamento, incidirão juros. Embora o banco não tenha divulgado o percentual das taxas cobradas, essa informação pode ser obtida por meio do atendimento ao cliente.

No PicPay, por sua vez, as taxas do Pix Parcelado variam de 2,49% a 5,49%, dependendo do relacionamento do cliente com a instituição.

O Santander, embora não ofereça a possibilidade de realizar pagamentos no Pix com cartão de crédito, disponibiliza o Divide o Pix, vinculado ao crédito pessoal. As parcelas são debitadas mensalmente da conta na data escolhida.

Outras instituições, como Itaú e Mercado Pago, também lançaram soluções semelhantes de Pix parcelado vinculado ao crédito pessoal. O Itaú exige crédito pré-aprovado no aplicativo, permitindo o parcelamento de transações a partir de R$ 80. Já o Mercado Pago permite o parcelamento de compras com Pix por meio do saldo adquirido na contratação do Mercado Crédito.

É importante ressaltar que Banestes, Bradesco, Caixa e C6 Bank não oferecem essa opção. E o Banco do Brasil e o Inter não se manifestaram até o momento.

Portanto, ao optar por fazer um Pix no cartão ou no crédito pessoal, é fundamental ter atenção aos juros envolvidos nas transações, que podem variar de acordo com o perfil de crédito e a relação do consumidor com a instituição financeira.

Além disso, é essencial planejar e usar essas modalidades com moderação, evitando o acúmulo de dívidas. A transferência “instantânea” tradicional, com saldo em conta, deve ser a opção preferencial em situações comuns.

Imagem: Brenda Rocha/Shutterstock

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