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O Pix pode acabar? Confira o que o Banco Central diz sobre isso

Especulações começaram após anúncio de corte nas verbas do Banco Central.

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A partir de uma decisão do Governo Federal, o orçamento do Banco Central (BC) vai sofrer cortes. Dessa forma, sem verba suficiente, o BC pode reduzir os investimentos no Pix, bem como interromper o funcionamento do mesmo. Ou seja, existe o boato de que o Pixar pode acabar. O corte de custos se dá por conta do descontrole das contas públicas, além de poder ter relação com promessas que o presidente Jair Bolsonaro fez aos empresários.

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O Pix pode acabar com os cortes nos gastos?

Com o orçamento para 2021 completamente bagunçado, o Governo está reorganizando alguns gastos. Dessa forma, o Banco Central vai passar por uma redução de verbas. Mas por que o Pix pode acabar e as demais formas de pagamento não? A resposta é simples: processa-se o Pix completamente pelo Banco Central. Já o DOC e o TED processam-se pelos sistemas das instituições bancárias. Por isso essas formas de pagamento não são afetadas.

A partir da redução do orçamento do Banco Central, há o receio de que isso possa impactar no bom funcionamento do sistema de pagamento Pix.

O que o BC diz sobre isso?

Embora existam muitas notícias que afirmam com convicção que o Pix pode acabar, o Banco Central afirma que o novo orçamento vai ser organizado, de forma a não comprometer as operações do Pix. Além disso, o BC cita que vai seguir com a agenda evolutiva e novos serviços desse sistema.

Vale ressaltar que desde o lançamento, em novembro de 2020, o Pix já distribuiu mais de R$ 278 bilhões, por meio de 393,6 milhões de transferências efetuadas. 

Um dos projetos do Banco Central é internacionalizar o Pix. Ou seja, fazer transferências em tempo real de recursos nacionais para o exterior. Entretanto, o Banco Central ainda está em processo de análise dessa modalidade.

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

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