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O que aconteceu com o Auxílio Brasil Jovem? Veja onde está o dinheiro do governo para adolescentes

Ano passado o governo fazia o pagamento do Auxílio Brasil Jovem, o que aconteceu com esse benefício? Entenda aqui.

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
Mão segurando celular que mostra logo do programa Auxílio Brasil. Ao fundo, a mesma identidade visual aparece em tamanho maior.

O Bolsa Família existe desde 2003 e é comum que com o passar dos anos e a troca de governantes, os programas sociais passem por alterações. Nesse sentido, sob a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, o Bolsa Família passou a se chamar Auxílio Brasil.

Sendo assim, dentro do Auxílio Brasil existia o programa Auxílio Brasil Jovem. Através dele, os jovens recebiam um valor extra. Atualmente, esse benefício não existe mais, pois o programa foi reformulado e passou por mudanças que vão além do seu nome original.

Sob esse contexto, o Bolsa Família oferece o Benefício Variável Familiar, que pode ser visto como um substituto do Auxílio Jovem Brasil.

Desse modo, além dos R$ 600, as famílias com crianças a partir de 7 anos e jovens de até 18 anos recebem R$ 50 a mais. Além disso, as gestantes também são contempladas com o adicional. 

O que mudou com o Bolsa Família?

O Bolsa Família mudou seus cálculos e suas regras. Isso porque o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), chefiado por Wellington Dias, passou a considerar a quantidade de integrantes da família.

Antes, por exemplo, uma pessoa que morava sozinha recebia o mesmo que uma família integrada por muitos membros. Nesse sentido, se fixou um valor mínimo de R$ 600, esse acréscimo de R$ 50 e ainda um adicional de R$ 150.

Esse último é especificamente recebido por famílias que tenham crianças na fase da primeira infância, ou seja, de até seis anos. Para garantir o benefício do Bolsa Família, é fundamental conhecer as regras do programa. 

Entenda as regras do programa social

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O registro do Cadastro Único (CadÚnico) deve ser atualizado a cada dois anos, a cada mudança ou quando o próprio governo solicita, como aconteceu a reformulação de março. As outras regras estão relacionadas à saúde, renda e educação; confira:

  • Renda – pessoas que moram sozinhas não podem ter uma renda bruta mensal superior a R$ 660, isto é, metade do salário mínimo. Já as famílias com mais integrantes não podem ter uma renda per capita maior que R$ 218;
  • Saúde – crianças de até 7 anos precisam de um acompanhamento nutricional, enquanto as gestantes precisam de um acompanhamento pré-natal. Além disso, todos precisam ser vacinados;
  • Educação – crianças de até 5 anos precisam ter uma frequência escolar de pelo menos 60%, enquanto estudantes entre 6 e 18 anos precisam estar em 75% de suas aulas.

Imagem: rafapress / shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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