O Bolsa Família existe desde 2003 e é comum que com o passar dos anos e a troca de governantes, os programas sociais passem por alterações. Nesse sentido, sob a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, o Bolsa Família passou a se chamar Auxílio Brasil.
O que aconteceu com o Auxílio Brasil Jovem? Veja onde está o dinheiro do governo para adolescentes
Ano passado o governo fazia o pagamento do Auxílio Brasil Jovem, o que aconteceu com esse benefício? Entenda aqui.
Sendo assim, dentro do Auxílio Brasil existia o programa Auxílio Brasil Jovem. Através dele, os jovens recebiam um valor extra. Atualmente, esse benefício não existe mais, pois o programa foi reformulado e passou por mudanças que vão além do seu nome original.
Sob esse contexto, o Bolsa Família oferece o Benefício Variável Familiar, que pode ser visto como um substituto do Auxílio Jovem Brasil.
Desse modo, além dos R$ 600, as famílias com crianças a partir de 7 anos e jovens de até 18 anos recebem R$ 50 a mais. Além disso, as gestantes também são contempladas com o adicional.
O que mudou com o Bolsa Família?
O Bolsa Família mudou seus cálculos e suas regras. Isso porque o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), chefiado por Wellington Dias, passou a considerar a quantidade de integrantes da família.
Antes, por exemplo, uma pessoa que morava sozinha recebia o mesmo que uma família integrada por muitos membros. Nesse sentido, se fixou um valor mínimo de R$ 600, esse acréscimo de R$ 50 e ainda um adicional de R$ 150.
Esse último é especificamente recebido por famílias que tenham crianças na fase da primeira infância, ou seja, de até seis anos. Para garantir o benefício do Bolsa Família, é fundamental conhecer as regras do programa.
Entenda as regras do programa social
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O registro do Cadastro Único (CadÚnico) deve ser atualizado a cada dois anos, a cada mudança ou quando o próprio governo solicita, como aconteceu a reformulação de março. As outras regras estão relacionadas à saúde, renda e educação; confira:
- Renda – pessoas que moram sozinhas não podem ter uma renda bruta mensal superior a R$ 660, isto é, metade do salário mínimo. Já as famílias com mais integrantes não podem ter uma renda per capita maior que R$ 218;
- Saúde – crianças de até 7 anos precisam de um acompanhamento nutricional, enquanto as gestantes precisam de um acompanhamento pré-natal. Além disso, todos precisam ser vacinados;
- Educação – crianças de até 5 anos precisam ter uma frequência escolar de pelo menos 60%, enquanto estudantes entre 6 e 18 anos precisam estar em 75% de suas aulas.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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