Diante da atual crise da Americanas, seus principais acionistas se tornaram o assunto do momento. Não por acaso, eles são os homens mais ricos do Brasil atualmente: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, os sócios da 3G Capital.
O que é a 3G Capital, fundada pelos principais acionistas da Americanas?
Atualmente, a 3G Capital detém empresas bastantes famosas mundialmente. Saiba mais sobre o trio de sócios!
A 3G é uma empresa que tem participação em marcas como Burger King, Heinz, Hemmer e Ambev. O fundo não tem investimentos na Americanas, mas seus fundadores detêm cerca de 30% das ações da varejista. Todos afirmam que não sabiam da situação da empresa.
Na última semana, a Americanas entrou com um pedido de recuperação judicial, com uma dívida que ultrapassa R$ 40 bilhões e mais de 16 mil credores.
3G Capital
A 3G Capital foi fundada em 2004 como uma empresa que apenas investia em capital fechado, ou seja, não negociava ações em bolsas de valores.
Isso mudou com o passar dos anos, uma vez que hoje o grupo já investe em nomes de capital aberto. Para se ter ideia de seu tamanho, a 3G inclui os seguintes negócios:
- AB InBev: maior empresa de cervejas do mundo, proprietária da Ambev;
- Restaurant Brands International: multinacional de restaurantes de fast food, como Burger King;
- GP Investments: investe em outras empresas, como Centauro e Estácio;
- Kraft Heinz: multinacional de alimentos, proprietária da Heinz, Hemmer e Quero.
Fortuna dos acionistas
Como citado acima, os três principais acionistas da Americanas são considerados os homens mais ricos do Brasil, de acordo com o ranking mais recente da Forbes. Veja suas respectivas fortunas, em valores aproximados, antes do anúncio da crise.
- Jorge Paulo Lemann: R$ 81 bilhões;
- Marcel Telles: R$ 54 bilhões;
- Carlos Alberto Sicupira: R$ 44 bilhões.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Depois do anúncio da Americanas, os nomes dos três estão na mira dos holofotes. Há quem diga que eles sabiam sobre a situação da companhia.
Desde que o rombo veio a público, a varejista tem sido alvo de ações judiciais para que seja obrigada a arcar com suas dívidas em bancos e também com funcionários.
Quando as ações da Americanas ainda estavam na bolsa de valores, os papéis da empresa caíram cerca de 80%. A fortuna dos três acionistas sofreu uma redução de aproximadamente US$ 701 milhões, de acordo com cálculos divulgados pelo O Globo.
Imagem: Reprodução/3G Capital
