Nesta semana, o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço anunciou algumas mudanças para o Minha Casa, Minha Vida. As novas regras passam a integrar oficialmente o programa a partir do mês de julho, após a regulamentação. Para muitos brasileiros, as condições foram melhoradas.
O que muda no Minha Casa, Minha Vida com as novas regras?
Novas regras passam a integrar o Minha Casa, Minha Vida em breve e devem impactar os beneficiários de diferentes formas. Veja!
As principais alterações estão relacionadas com o aumento do subsídio, redução na taxa de juros e ampliação do valor máximo do imóvel. Assim sendo, os beneficiários, divididos em faixas de renda, serão impactados de diferentes formas.
O Minha Casa, Minha Vida retornou aos brasileiros neste ano. Durante a gestão Bolsonaro, o programa teve seu nome trocado para Casa Verde e Amarela. Agora, os cidadãos podem contar com diversas condições para conseguir adquirir um imóvel.
Mudança no teto dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida
Com foco nas pessoas que recebem até dois salários mínimos e compõem a faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, foram aplicadas mudanças no teto dos imóveis. Veja como ficam os novos valores:
- R$ 264 mil para os municípios com população de 750 mil habitantes ou mais;
- R$ 250 mil para as cidades com população entre 300 mil e 750 mil habitantes;
- R$ 230 mil para os que têm população entre 100 mil e 300 mil habitantes;
- R$ 200 mil para cidades com população inferior a 100 mil habitantes.
Para a faixa 3, o valor máximo do imóvel foi ampliado para R$ 350 mil. Antes, o montante era de R$ 264 mil. A mudança é para os brasileiros com renda mensal entre R$ 4,4 mil a R$ 8 mil.
Diminuição na taxa de juros
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Em relação à taxa de juros, foi decidida pela redução para os beneficiários com rendimento mensal de até R$ 2 mil, englobados na faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida. As alíquotas variam de acordo com as regiões do país. Confira:
- Norte: de 4,25% para 4%;
- Nordeste: de 4,25% para 4%;
- Sul: 4,5% para 4,25%;
- Sudeste: 4,5% para 4,25%;
- Centro-Oeste: 4,5% para 4,25%.
Imagem: MIND AND I / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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