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Open Finance do Nubank: o que é e para que serve?

Você conhece o sistema Open Finance? O Nubank é uma das instituições que integram o ecossistema; saiba mais

Gabriela SchulzPor Gabriela Schulz2 min de leitura
Uma pessoa sentada utilizando um celular com o aplicativo do Nubank

O sistema Open Finance, ministrado pelo Banco Central do Brasil, também funciona no Nubank. Esse sistema, basicamente, tem a função de compartilhar dados entre diferentes instituições financeiras as quais o cliente esteja vinculado.

No Nubank, a funcionalidade está disponível desde o começo do ano de 2022, sendo possível que o cliente compartilhe informações de outros bancos indo até a seção “Open Finance” dentro do aplicativo Nubank – disponível para Android no Google Play e para iOS na App Store.

Uma das vantagens do sistema Open Finance é a praticidade e otimização do tempo gasto dentro de diferentes plataformas. Além disso, ao trazer dados de outras instituições, o usuário pode ter acesso a vantagens como liberação de crédito com base no histórico financeiro de outro banco.

Open Finance: como funciona?

O compartilhamento dos dados precisa da autorização do cliente e tem uma “data de validade”. Isso porque o objetivo do sistema é oferecer autonomia e segurança total aos consumidores. As instituições que integram o ecossistema Open Finance são somente aquelas aceitas pelo Banco Central.

Outro detalhe é que o compartilhamento se limita ao que o usuário explicitamente quer. Dessa forma, ao autorizar o compartilhamento de dados de um banco para outro, é preciso deixar claro o porquê do compartilhamento em questão está sendo feito, deixando claro o tipo de operação a ser realizada.

Segurança do sistema

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Como muitos utilizadores dos Internet Bankings e demais bancos digitais e instituições financeiras podem se perguntar, o sistema Open Finance é seguro, sendo monitorado e supervisionado pelo Banco Central. Também há regras que responsabilizam as instituições vinculadas de darem conta da privacidade dos usuários.

O compartilhamento de dados é criptografado, e de acordo com o Banco Central, “ocorre num ambiente com diversas camadas de segurança”, onde o cliente possui controle total. Além das etapas de “consentimento” e “autenticação”, é preciso que o cliente confirme que deseja fazer a troca. Isso tudo serve ao objetivo de garantir que somente operações da vontade do usuário sejam feitas.

Imagem: Diego Thomazini / shutterstock.com

Gabriela Schulz

Autor

Gabriela Schulz

Jornalista | Redatora | Editora de vídeo. Porto Alegre - RS

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