Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou, nesta segunda-feira (12), o teto do reajuste do preço dos planos de saúde. Assim, com o possível aumento dos custos do convênio a população usou as redes sociais para reclamar dessa nova mudança.
Órgão do governo aumenta preço dos planos de saúde e população reclama
Governo aprova mudança no preço dos planos de saúde e população reclama de mais um aumento. Veja os comentários sobre o assunto!
Todos os anos, a ANS estabelece o percentual máximo de reajuste que as operadoras de planos de saúde podem aplicar nas suas mensalidades durante o período. Em 2023, esse valor será de 9,63% (porcentagem maior do que a inflação do Brasil entre janeiro e maio).
De acordo com o diretor-presidente da organização, Paulo Rebello, o cálculo do novo índice leva em consideração a variação entre as despesas assistências de 2022 com as de 2021. Esse valor deve ser aplicado apenas aos planos de saúde individuais e familiares.
População reclama do preço dos planos de saúde
Em 2022, a ANS promoveu o maior ajuste do preço dos planos de saúde desde 2000 (quando começou a série histórica): 15,5%. Este ano, o órgão do governo aprovou um novo aumento de 9,63%. Dessa forma, várias pessoas cancelaram os seus planos.
Além disso, alguns usuários de redes sociais aponta a discrepância entre a quantidade de impostos que o brasileiro paga e a qualidade do atendimento do SUS. Para eles, a população não precisaria sofres com o aumento do preço se o serviço funcionasse da maneira correta.
Um perfil do Twitter questiona se o pobre não terá mais direito a ter um plano de saúde. Outro afirma que a ação da ANS é um desvio de finalidade. Para ele, o órgão deveria fiscalizar as operadoras e não aumentar o preço dos planos de saúde.

Novo valor vale a partir de maio deste ano
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Conforme a ANS, o reajuste no preço dos planos de saúde começou a valer em maio deste ano. Consequentemente, o consumidor terá que pagar a diferença das faturas referentes a maio e junho no meses de julho e agosto.
Com isso, em julho e agosto, além do reajuste de 9,63%, o cidadão também precisará arcar com as cobranças que não aconteceram nos dois meses anteriores.
Imagem: Fabio Balbi / shutterstock.com
