Se você trabalha e recebe até R$ 2.640 por mês, tem a chance de aproveitar a ótima notícia que está chegando. O governo publicou uma portaria em que anuncia mudança no aumento do limite do subsídio do programa “Minha Casa, Minha Vida”.
Ótima notícia para quem recebe até R$ 2.640
Se você trabalha e recebe até R$ 2.640 por mês, a sua chance de aproveitar esta notícia está chegando. Confira as decisões do governo.
Ainda, de acordo com a notícia, em alguns casos o subsídio pode chegar até 95% do valor final do imóvel – e assim, a família arca apenas com 5% do valor total. Saiba mais detalhes a seguir.
O projeto “Minha Casa, Minha Vida”
O Minha Casa, Minha foi criado em 2009, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e foi retomado, com novas regras, no seu governo atual. O programa habitacional tem o intuito de atender famílias de baixa renda na obtenção do primeiro imóvel, contribuindo, assim, para o desenvolvimento social do país.
Com a notícia, decorrente da Portaria Ministerial n. 2, de 13 de abril de 2023, publicada no Diário Oficial da União (DOU), o teto do subsídio foi redefinido para R$ 170 mil para imóveis em áreas urbanas e de R$ 75 mil em áreas rurais. Ademais, há ainda o valor R$ 40 mil para reformas em casas de áreas rurais.
Mais detalhes sobre a notícia
A notícia advinda da portaria traz, ainda, que os recursos da União ficam restritos às faixas 1 e 2, tanto no que diz respeito aos imóveis urbanos quanto rurais. Veja abaixo como funciona a classificação para aproveitar a oportunidade:
IMÓVEIS EM ÁREAS URBANAS
- Faixa 1: famílias com renda bruta de até R$ 2.640;
- Faixa 2: famílias com renda bruta entre R$ 2.640,01 a R$ 4,4 mil.
- Faixa 3: famílias com renda bruta entre R$ 4.400,01 a R$ 8 mil.
IMÓVEIS EM ÁREAS RURAIS
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- Faixa 1: famílias com renda bruta de até R$ 31.680;
- Faixa 2: famílias com renda bruta entre R$ 31.680,01 até R$ 52,8 mil;
- Faixa 3: famílias com renda bruta entre R$ 52.800,01 até R$ 96 mil.
A meta do governo, até o final de 2026, é o atendimento de mais de 2 milhões de famílias. No entanto, de acordo com a portaria ministerial, a faixa 3 também entra nesse somatório.
“Para cômputo da meta de que trata o caput, serão considerados os benefícios habitacionais lastreadas pelos recursos do Programa, concedidos a famílias residentes em áreas urbanas com renda bruta familiar mensal de até R$ 8.000,00 (oito mil reais) e a famílias residentes em áreas rurais com renda bruta familiar anual de até R$ 96.000,00 (noventa e seis mil reais).”
Imagem: Vergani Fotografia e rafastockbr / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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