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Pagamento do Bolsa Família sofrerá reajustes; entenda 

Entenda o que vai mudar no pagamento do Bolsa Família e conheça as novas regras do programa de transferência de renda.

Avatar de Adriana Albuquerque Adriana Albuquerque · · 2 min de leitura
Cartão do Bolsa Família sobre um leque de notas de cem reais.

Em meio às constantes mudanças na economia brasileira, um dos programas sociais mais importantes do país, o Bolsa Família, passará por reajustes. Considerado uma importante ferramenta de combate à pobreza, esse benefício atende milhões de famílias em todo o Brasil.

A confirmação dos reajustes no pagamento do Bolsa Família tem gerado expectativa entre os beneficiários. A medida, além de impactar diretamente o orçamento das famílias, pode trazer implicações importantes para a economia do país. A seguir, entenda o que vai mudar no programa. 

Bolsa Família retornou com auxílios bônus 

Após pouco mais de um ano desde a criação do Auxílio Brasil, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Bolsa Família retornou, mantendo o valor mensal de R$ 600. Contudo, o programa de transferência de renda agora inclui auxílios bônus. 

Atualmente, além dos pagamentos mensais, o Bolsa Família disponibiliza R$ 150 para cada criança de até seis anos. Além disso, a partir de junho, será introduzido o chamado Benefício Variável Familiar, destinando R$ 50 para mulheres gestantes e pessoas entre 7 e 18 anos.

Renda mínima sofreu alterações 

Além do valor do benefício e dos bônus, as regras de renda mínima per capita para participar do programa sofreram alterações. Para o recebimento do Bolsa Família, o resultado da soma dos rendimentos mensais de uma família dividido pelo número de integrantes não pode ser maior que R$ 218. 

Do mesmo modo, o governo criou a regra do Retorno Garantido. A norma permite que os beneficiários deixem o programa em caso de melhora das condições financeiras, mas tenham prioridade no recebimento do benefício caso precisem dele de novo.

Outra novidade é a Regra de Proteção. Com ela, caso a família consiga aumentar os rendimentos, chegando ao limite de até meio salário mínimo por pessoa, ela poderá continuar recebendo 50% do benefício por dois anos.

Além disso, o período máximo pelo qual a família pode permanecer no programa sem atualização dos dados cadastrais no CadÚnico agora é de 24 meses.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

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