Milhões de aposentados, pensionistas e demais segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recebem entre o fim de maio e o início de junho a segunda parcela do 13º salário em 2026. A antecipação do abono anual segue uma prática adotada pelo governo federal nos últimos anos e representa uma importante fonte de renda extra para muitas famílias brasileiras.
Valor extra do INSS pode ser usado para reduzir gastos com juros
Saiba quando cai a segunda parcela do 13º do INSS em 2026, quais descontos são aplicados e como planejar melhor o valor recebido.
Nesta etapa, mais de 35 milhões de beneficiários recebem o complemento do pagamento, movimentando aproximadamente R$ 39 bilhões na economia nacional. O recurso ajuda a reforçar o orçamento doméstico, quitar dívidas, cobrir despesas essenciais e até formar uma reserva financeira.
Antes de utilizar o valor, porém, é importante entender quando o depósito será realizado, por que a segunda parcela costuma ser menor que a primeira e quais estratégias podem ajudar a aproveitar melhor esse dinheiro.
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Quando será paga a segunda parcela do 13º do INSS em 2026

O calendário é organizado conforme o número final do benefício, desconsiderando o dígito verificador que aparece depois do traço no cartão de pagamento. Os segurados que recebem até um salário mínimo são os primeiros a receber.
Calendário para quem recebe até um salário mínimo
- Final 1: 25 de maio
- Final 2: 26 de maio
- Final 3: 27 de maio
- Final 4: 28 de maio
- Final 5: 29 de maio
- Final 6: 2 de junho
- Final 7: 3 de junho
- Final 8: 4 de junho
- Final 9: 5 de junho
- Final 0: 6 de junho
Já os beneficiários que recebem acima do piso nacional seguem um cronograma diferente.
Calendário para quem recebe acima de um salário mínimo
Os depósitos começaram em 1º de junho e seguem até 8 de junho, respeitando o número final do benefício.
O cronograma escalonado permite que os pagamentos sejam processados de forma organizada, evitando sobrecarga nos sistemas bancários e nos canais de atendimento.
Como consultar o valor da segunda parcela
Os segurados podem verificar tanto a data de pagamento quanto o valor exato que será creditado por meio dos canais oficiais do INSS.
Consulta pelo Meu INSS
A forma mais prática é acessar o portal ou aplicativo Meu INSS, disponível para celulares Android e iPhone.
Após realizar o login com a conta Gov.br, basta seguir os passos:
- Acessar o menu principal;
- Selecionar “Extrato de pagamento”;
- Escolher o benefício desejado;
- Visualizar os valores previstos para depósito.
O extrato apresenta todas as informações detalhadas sobre o benefício, incluindo descontos e créditos adicionais.
Consulta pela Central 135
Quem prefere atendimento por telefone pode entrar em contato com a Central 135.
O serviço funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h. Para evitar filas, o INSS recomenda ligar fora dos horários de pico.
Por que a segunda parcela costuma ser menor
Uma dúvida frequente entre aposentados e pensionistas surge quando o valor da segunda parcela aparece inferior ao da primeira.
Na maioria dos casos, isso acontece devido aos descontos legais aplicados nesta etapa do pagamento.
Como funciona a primeira parcela
A primeira metade do 13º corresponde, em regra, a 50% do valor do benefício mensal.
Esse pagamento é realizado sem retenção de Imposto de Renda, o que faz com que o valor depositado seja integral para a maioria dos segurados.
Por essa razão, muitos beneficiários acabam utilizando a primeira parcela como referência para calcular o valor que receberão posteriormente.
O que é descontado na segunda parcela
Na segunda parcela ocorre o ajuste final do abono anual.
Dependendo da situação do beneficiário, podem ser aplicados descontos como:
- Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF);
- Ajustes relacionados ao cálculo do benefício;
- Outras retenções previstas na legislação.
Como consequência, o valor líquido efetivamente depositado pode ser menor que o recebido anteriormente.
Quem tem direito ao 13º salário do INSS
O abono anual é destinado aos segurados que recebem benefícios previdenciários.
Entre eles estão:
- Aposentados;
- Pensionistas;
- Beneficiários de auxílio por incapacidade temporária;
- Beneficiários de auxílio-acidente;
- Beneficiários de auxílio-reclusão.
O valor é calculado proporcionalmente ao período em que o benefício foi recebido ao longo do ano, quando aplicável.
Quem não recebe o 13º
Nem todos os programas administrados pelo INSS garantem acesso ao abono anual.
Os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia, por exemplo, não recebem o 13º salário, já que esses programas possuem natureza assistencial e não previdenciária.
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Como utilizar a segunda parcela de forma estratégica

Receber uma renda extra pode representar uma oportunidade importante para reorganizar as finanças pessoais.
Especialistas em educação financeira recomendam que o valor seja utilizado de maneira planejada, especialmente em um cenário de orçamento apertado.
Priorize o pagamento de dívidas
Se houver pendências em atraso, principalmente aquelas com juros elevados, como cartão de crédito e cheque especial, quitar ou reduzir esses débitos costuma ser uma das decisões mais vantajosas.
Ao eliminar juros acumulados, o beneficiário aumenta sua capacidade financeira nos meses seguintes.
Monte uma reserva de emergência
Quem está com as contas em dia pode destinar parte do valor para a formação de uma reserva financeira.
Mesmo pequenas quantias guardadas regularmente ajudam a enfrentar imprevistos sem necessidade de recorrer a empréstimos.
Antecipe despesas do segundo semestre
Outra estratégia é utilizar o recurso para cobrir gastos que costumam surgir nos próximos meses.
Entre os exemplos mais comuns estão:
- Medicamentos de uso contínuo;
- Consultas e exames;
- Contas domésticas;
- Manutenção da residência;
- Presentes e despesas de fim de ano.
Impacto econômico da antecipação do 13º
Além de beneficiar diretamente os segurados, o pagamento do 13º salário do INSS gera reflexos importantes na economia brasileira.
Com cerca de R$ 39 bilhões circulando nesta segunda etapa, diversos setores são impulsionados, especialmente comércio, serviços e pequenos negócios locais.
O aumento do consumo também contribui para a geração de renda em diferentes regiões do país, principalmente em municípios onde os benefícios previdenciários representam parcela significativa da movimentação econômica.
O que fazer se o pagamento não cair na conta
Caso a data prevista passe e o valor não seja creditado, o primeiro passo é consultar o extrato no Meu INSS para verificar possíveis informações sobre bloqueios ou pendências cadastrais.
Se não houver esclarecimento no sistema, o beneficiário deve entrar em contato com a Central 135 ou procurar orientação diretamente junto ao banco responsável pelo pagamento.
Manter os dados cadastrais atualizados e acompanhar regularmente o extrato do benefício ajuda a evitar transtornos e facilita a identificação de eventuais problemas.
INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:
Informacoes Atualizadas 2026:

