Após diversas notícias sobre o assunto, muitos se perguntam se o parcelamento sem juros no cartão de crédito pode chegar ao fim. Confira conosco os detalhes sobre o as últimas informações reveladas sobre o assunto.
Após declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, acerca de possíveis mudanças no uso desse método de pagamento, a Febraban esclarece sua posição. Contrariando rumores, a Federação Brasileira de Bancos esclarece que não há intenção de eliminar as compras parceladas no cartão.
Dessa maneira, a Febraban não planeja abandonar o produto, mas explora maneiras de aprimorar o rotativo e os parcelamentos do cartão de crédito. Estudos revelam que prazos longos de financiamento aumentam os custos e riscos, especialmente para clientes de baixa renda.
Veja mais sobre o assunto que tem repercutido
Isaac Sidney, presidente da Febraban, argumenta que o cartão de crédito é um instrumento relevante para o consumo. Dessa maneira, ele defendende a revisão da distorção de 75% de carteiras e 50% das compras baseadas em parcelamentos sem juros no Brasil.
No entanto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatiza a importância de balancear as mudanças para não prejudicar as vendas no varejo. Informações fornecidas pelo Banco Central mostram que 40% do consumo do país se realiza por meio de cartões.
A declaração de Campos Neto, sugerindo a possível extinção do rotativo, gerou controvérsias. O Banco Central busca soluções para reduzir a inadimplência nessa modalidade, considerando a eliminação do rotativo e a implementação de “tarifas” como possíveis medidas.
Repercussão envolvendo o assunto dos cartões de crédito
Em resposta à controvérsia provocada por suas declarações, o presidente do BC admitiu ter recebido um “puxão de orelha”. Isso sugere uma posição contrária à eliminação do parcelamento sem juros como modalidade de pagamento.
Nos próximos 90 dias, o Banco Central deve apresentar sua estratégia. Enquanto o debate se desenrola, tanto a indústria financeira quanto os consumidores aguardam para entender o que o futuro reserva para as compras parceladas no cartão de crédito.
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