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Parentes podem sacar dinheiro de uma pessoa falecida?

Saiba quais são os procedimentos legais para o saque de dinheiro de uma pessoa falecida e veja quem tem direito a acessar esses valores.

Davi AguiarPor Davi Aguiar2 min de leitura
Mão segurando casinha em cima de moedas, remetendo à ideia de herança.

Quando uma pessoa falece, surgem muitas dúvidas sobre como lidar com sua herança e bens, incluindo o acesso ao dinheiro deixado por ela.

Em relação ao saque de dinheiro de uma pessoa falecida, é importante compreender que existem procedimentos específicos a serem seguidos e que variam de acordo com a legislação e as políticas dos bancos.

Normalmente, apenas os herdeiros legais ou os beneficiários designados pelo falecido têm direito ao saque dos valores. Na matéria, vamos desenvolver um pouco mais sobre como funciona todo o processo, inventário, dentre outras coisas.

Como inicio o processo para sacar o dinheiro?

Para isso, é necessário iniciar um processo chamado inventário ou partilha de bens, que consiste na análise e distribuição dos ativos do falecido entre os herdeiros. Esse processo é realizado em cartório ou na justiça, dependendo do caso, e requer a participação de um advogado.

No decorrer do inventário, os herdeiros podem solicitar ao banco o desbloqueio das contas e a transferência dos valores para as respectivas contas dos beneficiários.

Geralmente, é necessário apresentar documentos que comprovem o vínculo com o falecido, como certidão de óbito, documentos de identificação, certidão de casamento ou declaração de união estável, entre outros.

Cabe ressaltar que, em alguns casos, é possível que haja uma conta específica chamada de “conta de inventário” ou “conta judicial”, na qual os valores do falecido são depositados durante o processo de inventário.

Quem gerencia esta conta?

Essa conta é gerenciada pelo responsável designado pela justiça e tem como objetivo garantir a segurança dos valores até que a partilha seja concluída.

É importante destacar que o saque de dinheiro de uma pessoa falecida por parentes que não sejam herdeiros ou beneficiários designados não é legalmente permitido.

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O acesso a esses valores está restrito aos legítimos herdeiros ou aos beneficiários nomeados pelo falecido em testamento ou em documentos de designação de beneficiários.

Portanto, caso você seja parente de uma pessoa falecida e esteja buscando informações sobre o acesso aos seus valores financeiros, é essencial consultar um advogado especializado em sucessões e heranças.

Esse profissional poderá orientá-lo corretamente sobre os procedimentos legais a serem seguidos e ajudá-lo a obter os direitos que lhe cabem.

Imagem: Beeboys / Shutterstock.com

Davi Aguiar

Autor

Davi Aguiar

Olá! Me chamo Davi, sou mineiro e tenho 19 anos. Trabalho como redator estagiário na Seu Crédito Digital e estudo Marketing Digital pela UNINTER. Apaixonado pela área de escrita, busco me aprimorar cada vez mais como pessoa e profissional. Bem vindo!

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