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Partidos de Lula e Bolsonaro se unem contra Sérgio Moro; veja o que pode acontecer

Entenda como os partidos de Lula e Bolsonaro se juntaram à acusação contra o ex-juiz da Lava Jato. Saiba mais!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Lula e Bolsonaro em debate

O Partido dos Trabalhadores e o Partido Liberal ‘se uniram’ no pedido de cassação de mandato do Senador da República, Sérgio Moro (União Brasil). Assim, o destaque fica por conta da união dos partidos de Lula e Bolsonaro.

Em suma, a ligação das duas siglas se deve, entre outras coisas, em relação à situação de Moro, investigado por abuso de poder econômico e caixa 2, durante sua atuação como juiz da operação Lava Jato.

Assim, o desembargador Mário Helton Jorge, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, foi quem decidiu juntar as ações dos partidos de Lula e Bolsonaro. Ademais, a justiça eleitoral também deve investigar o ex-juiz por sua atuação ao longo de 2022.

Acusação dos partidos de Lula e Bolsonaro

Com a decisão de Jorge de juntar as petições de Lula e Bolsonaro, as ações vão tramitar em conjunto, seguindo o parecer do Ministério Público Eleitoral. Além disso, vale destacar que a acusação aponta para três alvos, são eles:

  • Sérgio Moro;
  • Ricardo Augusto Guerra;
  • Luis Felipe Cunha.

Conforme pedido dos partidos, Sérgio Moro deve perder o mandato pelas acusações de abuso de poder econômico e participação em caixa 2. Vale destacar que há um burburinho sobre esse afastamento desde que o Tribunal Superior Eleitoral cassou o mandato de deputado de Deltan Dallagnol, outro nome forte da Lava Jato.

Contudo, ainda que o processo tenha caminhado, o desembargador Mario Jorge negou pedidos de diligência por parte dos partidos de Lula e Bolsonaro, que solicitavam a busca e apreensão na casa do ex-juiz.

Questão eleitoral

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Além da união dos partidos de Lula e Bolsonaro, outro ponto também tem gerado a atenção na situação do ex-juiz: o Partido Liberal entrou com ação que sustenta a existência de irregularidades na campanha de Sergio Moro.

Em suma, a legenda defende que houve “desequilíbrio eleitoral”, que aconteceu desde o momento que Sergio Moro foi anunciado como pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, até sua candidatura oficial como senador pela União Brasil. Portanto, o ex-juiz deverá se preocupar com coisas que vão além da ‘junção’ dos partidos de Lula e Bolsonaro.

Imagem: Isaac Fontana/ shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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