Peer to Peer tem retomada de investidores pós-pandemia, segundo estudo Nexoos

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Em tempos de taxa SELIC a 2% a.a e depois da apreensão gerada pela pandemia global causada pelo Coronavírus, o investidor individual brasileiro começa a reestabelecer uma relação de confiança na economia e, gradativamente, passa a reinvestir seus recursos.

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Peer to Peer tem retomada de investidores pós-pandemia, segundo estudo Nexoos

No mês de agosto, a Nexoos, a maior fintech de crédito para empresas autorizada pelo BACEN como Instituição Financeira SEP, percebeu um aumento de 42,8% nos investimentos realizados por investidores individuais em sua plataforma. O valor é comparado ao volume transacionado no mês anterior. Em julho, R$ 7,7 milhões haviam sido financiados. No mês seguinte, o número saltou para R$ 11 milhões.

“Este movimento nos mostra a retomada do modelo Peer to Peer (P2P) como uma das formas de investimentos escolhidas por pessoas físicas. Elas buscam por um retorno financeiro maior do que os oferecidos por grandes bancos, que têm muitos produtos baseados na taxa Selic. “Diferente disso, a rentabilidade média alcançada pelos investidores da fintech foi de 14% ao ano. Acreditamos que este seja um dos principais motivos”, afirma Daniel Gomes, CEO e cofundador da Nexoos.

“Durante a pandemia, além da preocupação econômica, o olhar social mudou. Muitas pessoas, empresas e instituições passaram a perceber as necessidades dos outros, e a apoiar os pequenos negócios”, lembra Gomes. “O modelo de negócios da Nexoos para investidores individuais, o P2P, propõe o investimento de pessoas físicas em PMEs, o que, além de levar um retorno maior ao investidor, atribuí um propósito social, de contribuir para que os pequenos e médios negócios retomem suas atividades e tenham capital de giro para crescer”, ressalta ele.

O número de investidores na plataforma teve um incremento de 34% entre agosto de 2019 e o mesmo mês de 2020. Em um estudo interno realizado, percebeu-se que 98% deles tiveram a TIR (Taxa Interna de Retorno anual) positiva. Em 81,5% dos casos, a rentabilidade foi superior a 10% a.a, 500% maior que o valor atual da taxa SELIC*.

Se por um lado o investidor tem ganhos financeiros melhores, por outro, as PMEs, têm encontrado em fintechs de crédito a solução para captar recursos e retomar seus negócios a taxas de juros mais convidativas (na Nexoos a partir de 1,14% a.m). As restrições de acesso aos recursos disponibilizados pelo BNDES e Pronampe, além das altas taxas de juros cobradas pelos grandes bancos e a demora para aprovação de crédito, fizeram com que estas buscassem por novas alternativas. Os números comprovam este movimento: na plataforma, houve um crescimento no número de empresas financiadas de 43% em 2020, e de 131% entre agosto de 2019 e agosto de 2020.

Desde que iniciou suas operações, em 2014, a Nexoos já financiou mais de R$ 346 milhões, realizou mais de 129 mil investimentos e pagou R$ 224 milhões a investidores, valor referente aos juros e amortizações.

*Rentabilidade baseada no total de investidores até junho de 2020, com mínimo de 35 aplicações.

Sobre a Nexoos:

A Nexoos é uma das mais relevantes fintechs de crédito para PMEs no Brasil, e opera por meio do modelo marketplace lending, que conecta empresas com as melhores fontes de capital para seu crescimento. Tem mais de R$ 346 milhões em créditos financiados por uma base de mais de 50 mil investidores. Em agosto de 2019 foi a primeira instituição financeira e fintech a realizar uma operação no modelo SEP (Sociedade de Empréstimos entre Pessoas) no país. Com mais de 300 mil PMEs analisadas até o momento, o objetivo da Nexoos é oferecer as melhores soluções financeiras para que empresas de todo o país consigam impulsionar o crescimento de seus negócios.

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Imagem: Andrey_Popov/shutterstock.com

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