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Pesquisas eleitorais de 2026: 1 levantamento nacional e 25 estaduais podem sair hoje

A partir desta sexta-feira (18), novas pesquisas de intenção de voto registrados na Justiça Eleitoral entram no período autorizado para divulgação. Segundo levantamento publicado nesta data, estão previstos 26 estudos eleitorais, sendo um de abrangência nacional e outros 25 com recortes estaduais. Os levantamentos abrangem o Distrito Federal e 14 estados: Acre, Ceará, Goiás, Maranhão, […]

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A partir desta sexta-feira (18), novas pesquisas de intenção de voto registrados na Justiça Eleitoral entram no período autorizado para divulgação. Segundo levantamento publicado nesta data, estão previstos 26 estudos eleitorais, sendo um de abrangência nacional e outros 25 com recortes estaduais.

Os levantamentos abrangem o Distrito Federal e 14 estados: Acre, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

A movimentação ocorre a poucas semanas do primeiro turno das eleições gerais de 2026 e aumenta a quantidade de informações disponíveis para o eleitor acompanhar o cenário político em diferentes regiões do país.

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Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com

Quais pesquisas eleitorais podem ser divulgadas em 18 de setembro?

Os levantamentos previstos para divulgação nesta sexta-feira têm abrangências diferentes. A pesquisa nacional permite observar a intenção de voto no conjunto do eleitorado brasileiro, enquanto os estudos estaduais ajudam a identificar particularidades das disputas em cada unidade da Federação.

Isso é especialmente relevante porque as eleições de 2026 envolvem diferentes cargos. O eleitor escolherá presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual ou distrital, conforme a unidade da Federação.

Por isso, uma pesquisa sobre a eleição presidencial não deve ser confundida com um levantamento destinado a medir a disputa por um governo estadual ou pelas vagas ao Senado.

Estados incluídos nos novos levantamentos

A relação divulgada para esta sexta-feira contempla:

  • Distrito Federal;
  • Acre;
  • Ceará;
  • Goiás;
  • Maranhão;
  • Mato Grosso;
  • Minas Gerais;
  • Pará;
  • Paraná;
  • Pernambuco;
  • Piauí;
  • Rio Grande do Norte;
  • Santa Catarina;
  • Sergipe;
  • São Paulo.

O conjunto reúne diferentes regiões do país e permite acompanhar disputas estaduais e levantamentos relacionados a diferentes cargos.

Como saber se uma pesquisa eleitoral é oficial?

Um dos principais cuidados para o eleitor é verificar se o levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determina que empresas e entidades responsáveis por pesquisas eleitorais destinadas ao conhecimento público façam o registro no sistema PesqEle.

Pelas regras vigentes para as eleições de 2026, o registro deve ser realizado até cinco dias antes da divulgação dos resultados. Entre as informações exigidas estão dados relacionados à metodologia e à realização da pesquisa.

O próprio TSE disponibiliza uma ferramenta de consulta aos levantamentos registrados. Dessa forma, o eleitor pode conferir informações que vão além dos percentuais apresentados em notícias ou nas redes sociais.

O que observar antes de interpretar os números?

O percentual atribuído a cada candidato é apenas uma parte da informação. Para compreender corretamente uma pesquisa, é importante verificar a data da coleta, o tamanho da amostra, a margem de erro, o nível de confiança, a metodologia utilizada e quem contratou o levantamento.

Também é necessário observar qual cargo está sendo pesquisado e se os números correspondem ao primeiro ou ao segundo turno.

Uma pesquisa realizada alguns dias antes pode retratar um momento diferente de outro levantamento feito posteriormente. Por isso, comparar números de institutos diferentes sem considerar período de coleta e metodologia pode levar a interpretações equivocadas.

Por que novas pesquisas ganham importância nesta fase da eleição?

Com a aproximação da votação, os levantamentos passam a ser divulgados em intervalos menores e ajudam a registrar mudanças na intenção de voto ao longo da campanha.

As pesquisas estaduais também permitem observar fenômenos que podem não aparecer em uma média nacional. Diferenças regionais, por exemplo, podem resultar em cenários distintos entre estados e entre cargos.

Levantamentos recentes já mostram que pesquisas estaduais podem apresentar cenários específicos. No Ceará, por exemplo, uma pesquisa Real Time Big Data divulgada em 18 de setembro entrevistou 1.600 eleitores entre os dias 14 e 17 e apresentou margem de erro de dois pontos percentuais.

Isso demonstra por que a data da entrevista é uma informação essencial: os resultados representam as respostas coletadas naquele período, e não uma fotografia permanente do eleitorado.

Pesquisa eleitoral não é previsão do resultado

Outro ponto importante é diferenciar intenção de voto de resultado eleitoral. Uma pesquisa mede as respostas de uma amostra de eleitores dentro de determinadas condições e metodologia.

O TSE também esclarece que a Justiça Eleitoral não realiza controle prévio sobre os resultados das pesquisas, nem é responsável pela divulgação dos levantamentos. Eventuais questionamentos seguem os mecanismos previstos na legislação eleitoral.

Além disso, as regras eleitorais diferenciam pesquisas registradas de enquetes. Para as eleições de 2026, o TSE estabelece restrições às enquetes relacionadas ao processo eleitoral, enquanto permite a divulgação de pesquisas realizadas anteriormente à eleição, observadas as regras aplicáveis.

Onde consultar as pesquisas registradas pelo TSE?

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Imagem: Reprodução

O eleitor pode consultar diretamente no portal do Tribunal Superior Eleitoral os levantamentos registrados e suas informações metodológicas.

A consulta é particularmente útil quando um resultado circula nas redes sociais sem contexto. Ao acessar o registro, é possível verificar detalhes sobre o estudo e conferir se a informação publicada corresponde efetivamente à pesquisa registrada.

Com dezenas de novos levantamentos previstos para divulgação nas próximas semanas, acompanhar a origem dos dados, a metodologia e a data da coleta será cada vez mais importante para interpretar corretamente o cenário das eleições de 2026.

Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital

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