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Péssima notícia para brasileiros que procuram por emprego

Se você está procurando por um emprego, infelizmente as notícias não são muito animadoras! Clique e saiba mais.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
homem sorrindo e segurando a carteira de trabalho

Se você está procurando por um emprego, infelizmente as notícias não são muito animadoras! Houve uma alta no desemprego no país, atingindo cerca de 8,8% da população.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD), a falta de emprego no país avançou. Os dados foram liberados nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesse sentido, no primeiro trimestre de 2023, a taxa de desemprego cresceu 0,9 pontos percentuais em comparação ao período de outubro a dezembro de 2023. Outro dado importante trazido pela PNAD é o rendimento médio atual do brasileiro: R$ 2.880,00.

Dados sobre o emprego no Brasil

De acordo com a PNAD, nos três primeiros meses do ano, a população desocupada cresceu em 10% em relação ao último trimestre, somando mais de 860 mil pessoas ao saldo do desemprego.

Mesmo assim, a pesquisa ainda mostra um recuo em relação ao mesmo período de 2022. Além disso, mesmo que os números de brasileiros sem serviço tenha aumentado, houve um acontecimento bom.

De acordo com o Caged (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados), houve a geração de 195 mil novas vagas para trabalhar neste último mês de março. Isso foi uma “surpresa positiva”, segundo Luiz Marinho, ministro do Trabalho.

Carteira assinada e informalidade

Outro ponto abordado pelos resultados do IBGE é o contraste entre os empregos com e sem carteira assinada. O número de trabalhadores formais se manteve estável no último trimestre. Já em comparação com 2022, foi um aumento de 5,2%.

Por outro lado, o número de serviços informais caiu 3,2%. Na comparação trimestre a trimestre, agora são menos 430 mil pessoas sem carteira assinada.

Entretanto, a taxa de informalidade permanece estável diante da comparação, continuando com 39% da população ocupada, batendo os 38 milhões de trabalhadores brasileiros.

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Setores com redução de informalidade

Ainda de acordo com a pesquisa realizada pelo IBGE, alguns setores tiveram aumento de trabalhadores com carteira assinada. Há percentuais variados de diminuição da informalidade, por exemplo:

  • Administração Pública: -2,4% de informalidade;
  • Agricultura: -2,4%;
  • Construção: -2,9%;
  • Comércio: -1,5%.

Imagem: Bernardo Emanuelle / shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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