Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Péssima notícia para quem está na fila do INSS

Para diminuir os impactos, Ministério da Previdência criou um programa, mas, ele não deve solucionar todos os problemas. Veja.

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
Uma idosa preocupada coloca a mão na cabeça enquanto lê notícia no celular

De acordo com dados obtidos pela GloboNews, via Lei de Acesso à Informação, a fila do atendimento do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pode ultrapassar cinco meses de espera. A análise administrativa de benefícios, como aposentadorias, pensões e auxílios não cumpre a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que estipula 45 dias para que o processo seja realizado.

As áreas com maior tempo de espera são de auxílio acidente e pensão por morte. Recentemente, o Governo criou programa para diminui a fila, mas ele deve fazer pouca diferença na situação.

Benefícios com maior tempo de espera

O benefício com maior tempo médio de espera é o auxílio de acidente. São necessários 171 dias para a sua análise. Em seguida, é a pensão por morte em acidente de trabalho, que demora 169 para ser liberada. Na terceira posição, aparece o auxílio- reclusão, com tempo de 166 dias para ser analisado.

A lista ainda contém o auxílio inclusão à pessoa com deficiência, o qual o segurado aguarda por 102 pelo resultado. Por fim, está a entrada na aposentadoria por idade, que demora 63 dias para ser realizadas. O Ministério da Previdência já criou uma medida para diminuir o tamanho e tempo de espera da fila do INSS.

Diminuição da fila do INSS

A medida do INSS trata-se do Programa de Enfrentamento à fila da Previdência Social. Ele determina um pagamento adicional aos servidores e peritos que agilizarem as análises e realizarem atendimentos extras, de forma voluntária. Anteriormente, a quantia não poderia ser paga por serviços extras.

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Contudo, a adesão ao programa deve ser baixa, já que os integrantes da categoria não concordam com as regras impostas. Um delas estabelece que servidores que trabalham de casa devem cumprir uma meta 30% maior que a atual. Só então eles receberiam o adicional de R$ 68. Devido à alta carga de trabalho, muitos não se comprometerão com a medida, já que não conseguiriam dar conta das demandas.

Imagem: Prostock-studio / Shutterstock.com

Pode ser do seu interesse:

Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

Topicos relacionados