O Banco Central (BC) divulgou um relatório sobre os primeiros anos do Pix. Nesse sentido, o material publicado na última segunda-feira (4) revela quais os setores que mais utilizaram o meio de pagamento instantâneo.
Pix em todo lugar, o tempo todo: estes são os setores onde meio de pagamento é mais utilizado
Banco Central divulga relatório sobre os primeiros anos do Pix. Saiba quais são os setores que mais utilizaram o meio de pagamento
Além disso, o documento apresentado pela autoridade monetária traz ainda outras informações referentes aos três anos de funcionamento do Pix. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre o material do BC.
Conheça os setores que mais utilizam o Pix
Atualmente, no mundo, mais de 60 países possuem sistemas de pagamentos instantâneos. Contudo, vale destacar que o método do Brasil, desenvolvido pelo Banco Central, o Pix, é referência no assunto mundialmente.
Lançado em novembro de 2020, as iniciativas para a criação do que viria a ser o Pix tiveram início em 2014. De lá para cá, foram anos de desenvolvimento e a permissão das operações plenas somente veio há cerca de três anos.
Rapidamente, o Pix passou a ser uma ferramenta indispensável ao dia a dia do brasileiro. O destaque do meio de pagamento rendeu recordes em comparação à aceitação de ferramentas similares em todo o mundo.

Em relatório apresentado pelo Banco Central, a instituição divulgou o mapeamento do uso do Pix, destacando os setores que mais fazem uso do método instantâneo de pagamentos. A classificação foi feita com base na CNAE, a Classificação Nacional das Atividades Econômicas e avaliou o período de novembro de 2020 a novembro de 2022. Confira a seguir os setores que mais utilizaram a ferramenta:
Setores que mais receberam com Pix:
- Serviços de escritório e apoio administrativo;
- Outras atividades profissionais, científicas e técnicas;
- Comércio por atacado;
- Comércio varejista;
- Comércio e reparação de automóveis e motocicletas;
- Serviços de tecnologia da informação;
- Atividades auxiliares de serviços financeiros e afins;
- Alimentação.
Setores que mais pagaram com Pix:
- Alimentação;
- Serviços de tecnologia da informação;
- Comércio varejista;
- Serviços de escritório e apoio administrativo
- Atividades auxiliares de serviços financeiros e afins;
- Comércio e reparação de automóveis e motocicletas;
- Outras atividades profissionais, científicas e técnicas;
- Serviços para construção.
Saiba mais sobre os três anos de funcionamento do método de pagamento instantâneo
Após a publicação do relatório do Banco Central, tornou-se pública também a curiosa informação referente ao maior Pix já feito desde o lançamento do sistema. Em dezembro de 2022, um único pagamento pela ferramenta movimentou R$ 1,2 bilhões.
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No entanto, a grande maioria dos pagamentos feitos com Pix não são de grandes valores, como o anteriormente destacado. É possível chegar a essa constatação com outras informações reveladas pelo BC. De acordo com a autoridade monetária, o valor médio das transações, até dezembro de 2022, era de R$ 257. Apesar disso, 93% das transações por Pix não ultrapassam os R$ 200.
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Por fim, até o último mês de dezembro, pelo menos 133 milhões de pessoas faziam uso do método instantâneo de pagamentos, enquanto o número de empresas era de 11,9 milhões.
Imagem: Sidney de Almeida/shutterstock.com
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