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Segundo Banco Central, Pix pode virar identidade digital

Objetivo é que serviço seja tão simples quanto enviar uma mensagem

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De acordo com o Banco Central, no futuro o Pix pode se tornar bem mais do que um sistema de pagamentos. Segundo o com o presidente do banco, Roberto Campos Neto, as chaves usadas para realizar transações instantâneas hoje podem servir também como uma identidade digital para cada brasileiro. A CNN é a fonte das informações.

Lançado em novembro de 2020, o Pix permite que usuários criem chaves com CPF e número de celular, entre outros códigos únicos. Essa transformação do sistema em uma forma de identificação digital oficial já era um assunto comentado por especialistas, mas é a primeira vez que o presidente do Banco Central se pronunciou abertamente sobre o assunto.

“Achamos que a chave usada no PIX pode ser desenvolvida em uma identidade digital no futuro. Tudo da sua vida no dia a dia vai estar conectado ao PIX”, afirmou Campos Neto em evento virtual ocorrido na última quarta-feira (24). Para saber mais sobre as futuras mudanças, continue a leitura.

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Segundo Banco Central, Pix pode virar identidade digital

De acordo com o BC, o processo de transformação do Pix depende, é claro, de evoluções ainda necessárias na infraestrutura, além da convergência de informações em outras bases para validar a associação de cada chave às informações dos brasileiros. Porém, essa é uma notícia que oferece uma ótima perspectiva para o serviço.

Atualmente, segundo o BC, o total de chaves do Pix está em 181,8 milhões, sendo 174 milhões de pessoas físicas e 7,8 milhões de pessoas jurídicas. Esse crescimento está bem acima dos 20 milhões previstos nos seis primeiros meses do ano. Entre outros fatores, o sucesso do Pix é um dos motivos para as projeções do presidente do Banco Central. Ao todo, já foram mais de R$ 500 bilhões movimentados pelo sistema de pagamentos.

Banco Central quer tornar o serviço cada vez mais simples

Por fim, o presidente do BC afirmou que, antes de virar uma “multiplataforma”, o Pix deve ganhar mais funções financeiras. Entre elas, estão o Pix Cobrança, saques no comércio, registros de recebíveis e Pix por aproximação. A ideia, segundo o banco, é que o Pix se torne algo tão simples quanto enviar uma mensagem.

Enfim, entre os obstáculos atuais para a ampliação dos serviços do Pix, além da tecnologia, estão as tarifas cobradas aos comerciantes, tanto para envio e recebimento de valores através do PIX. Isso porque, após oferecer um período grátis, os bancos como Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander passaram a cobrar pelas transações instantâneas feitas por conta jurídica. Porém, até então, a Caixa e outras fintechs seguem oferecendo a gratuidade.

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Imagem: rafapress/shutterstock.com

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