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Pix por aproximação deixa de ter teto diário de R$ 500

Banco Central remove limite de R$ 500 no Pix por aproximação. Veja como funciona, novas regras e cuidados ao usar.

Juliana PeixotoPor Juliana Peixoto4 min de leitura
Pix por aproximação deixa de ter teto diário de R$ 500

O Banco Central deu mais um passo na evolução do Pix ao eliminar o limite padrão de R$ 500 para pagamentos realizados por aproximação. A mudança amplia a flexibilidade para consumidores e acompanha o crescimento do uso de carteiras digitais e pagamentos sem contato no Brasil.

Com a nova regra, os usuários passam a ter mais controle sobre seus próprios limites de transação, podendo ajustá-los de acordo com suas necessidades e preferências de segurança. A medida também reforça a integração entre o Pix e plataformas digitais que já fazem parte da rotina de milhões de brasileiros.

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O que mudou no Pix por aproximação

Pix
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

Até então, os pagamentos realizados por aproximação utilizando o Pix estavam sujeitos a um limite diário de R$ 500. Esse valor funcionava como um teto padrão para as operações realizadas sem a necessidade de abrir o aplicativo bancário.

Com a publicação da Instrução Normativa nº 746 pelo Banco Central, essa restrição deixa de existir.

Agora, as instituições financeiras podem permitir que os próprios clientes definam valores máximos para suas transações, respeitando as políticas de segurança de cada banco.

Na prática, o usuário ganha mais autonomia para escolher quanto deseja movimentar por meio da funcionalidade.

Como funciona o Pix por aproximação

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Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

O Pix por aproximação foi desenvolvido para tornar os pagamentos presenciais mais rápidos e simples.

Diferentemente do Pix tradicional, não é necessário escanear QR Codes, copiar códigos ou informar chaves Pix para concluir uma compra.

O pagamento acontece de forma semelhante ao que já ocorre com cartões que utilizam a tecnologia contactless.

Basta aproximar um dispositivo compatível da maquininha para iniciar a transação.

Entre os equipamentos que podem ser utilizados estão:

  • Smartphones compatíveis;
  • Relógios inteligentes com suporte ao recurso;
  • Dispositivos integrados a carteiras digitais autorizadas.

Após a aproximação, o sistema realiza a validação necessária e conclui a operação em poucos segundos.

Por que o Banco Central retirou o limite

A decisão acompanha a evolução do ecossistema de pagamentos instantâneos no país.

Desde o lançamento do Pix, o Banco Central vem implementando melhorias para ampliar a usabilidade do sistema sem comprometer a segurança dos usuários.

A retirada do limite padrão busca atender consumidores que utilizam o Pix com frequência para compras de maior valor e desejam uma experiência mais próxima daquela oferecida pelos cartões de débito e crédito.

Além disso, a medida permite que cada pessoa personalize os limites conforme seu perfil financeiro.

Usuário poderá escolher os próprios limites

Uma das principais novidades é justamente a possibilidade de personalização.

Em vez de seguir um valor único determinado pela regulamentação, cada cliente poderá definir parâmetros específicos para sua conta.

Dependendo da instituição financeira, será possível configurar:

Limite por transação

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O usuário poderá estabelecer um valor máximo para cada pagamento realizado por aproximação.

Limite diário

Também será possível determinar quanto poderá ser movimentado ao longo do dia por meio dessa modalidade.

Ajustes conforme a necessidade

Os limites poderão ser revisados sempre que necessário, seguindo os procedimentos estabelecidos pelo banco ou instituição financeira.

Essa flexibilidade permite equilibrar praticidade e segurança.

Carteiras digitais também são impactadas

As novas regras não se aplicam apenas aos aplicativos bancários.

O Banco Central determinou que operações realizadas por meio de carteiras digitais também devem seguir as regras gerais do Pix.

Isso significa que plataformas utilizadas por milhões de brasileiros passam a operar sob o mesmo conjunto de normas.

Entre os exemplos mais conhecidos estão:

  • Google Pay;
  • Samsung Wallet.

Com isso, os consumidores encontram uma experiência mais uniforme independentemente do canal utilizado para efetuar pagamentos.

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Juliana Peixoto

Autor

Juliana Peixoto

Juliana Peixoto é jornalista cearense, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Apaixonada por informação e escrita, está sempre em busca de novos aprendizados, experiências e vivências que ampliem sua visão de mundo. Atualmente, colabora com o portal Seu Crédito Digital, contribuindo com conteúdo informativo e acessível para os leitores.

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