Desde a criação do Pix ─ o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, muitas informações controversas surgem. Desse modo, para esclarecer estas especulações, o Banco Central (BC) se manifestou diante dos rumores de taxação.
Pix será pago em breve? Banco Central se manifesta sobre o assunto; confira
Banco Central se manifesta sobre taxar transferências via Pix. Confira o pronunciamento do órgão sobre o assunto!
O Pix representa um avanço significativo no cenário financeiro nacional, ao permitir transações instantâneas e disponíveis a qualquer hora do dia. Então, se você é usuário da ferramenta, continue a leitura e saiba o que diz o BC.
Banco Central se manifesta sobre o Pix

Semanalmente, o Banco Central realiza uma transmissão ao vivo no YouTube, para esclarecer dúvidas sobre variados assuntos. A “LiveBC”, como é chamada, acontece no canal da instituição. Na última live, o diretor de relacionamento, cidadania e supervisão de conduta do BC, Maurício Moura, foi categórico ao afirmar que “não existe intenção” de mudar a forma de cobrança do Pix.
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“Nunca houve intenção de cobrar imposto do Pix, não há proposta nesse sentido”, afirmou. Desde o seu lançamento, o serviço tem sido oferecido de forma gratuita, como parte dos esforços para facilitar e modernizar o sistema financeiro do país. Ademais, outra informação destacada pelo diretor foi a existência de cobrança apenas para pessoas jurídicas.
Logo, os rumores sobre taxação de transferências via Pix não são verdadeiros. De acordo com Maurício, não há, por enquanto, planos para que esse modelo de transferência saia do controle do Banco Central do Brasil.
Pix faz parte do dia-a-dia dos brasileiros
Você usa o Pix diariamente? Provavelmente sim! Não dá para negar que essa funcionalidade é um quebra galho na hora de fazer os pagamentos, não é? Assim, ele se tornou parte do dia a dia de milhões de brasileiros.
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+311 mil seguidores
A aceitação generalizada do Pix está mudando a paisagem dos pagamentos no país, tornando-o uma opção preferencial tanto para transações pessoais, quanto para compras em estabelecimentos físicos e virtuais.
Segundo o próprio Banco Central, essa modalidade alcançou o recorde de transferências no último mês de setembro, chegando a 152,7 milhões de transferências diárias. Portanto, podemos dizer que a ferramenta veio para ficar.
Imagem: Etalbr / shutterstock.com
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