O Pix é uma facilidade bancária criada pelo Banco Central. Atualmente, grande parte da população brasileira faz uso dessa ferramenta para realizar transferências e pagamentos de forma rápida, fácil e gratuita.
Pix vai ser integrado no mundo todo?
Conheça o projeto que pretende integrar o Pix em todo o mundo e saiba como está o andamento desta iniciativa.
Entretanto, ainda que seja uma modalidade muito usada pelos brasileiros, até o momento o Pix não oferece a possibilidade de enviar valores para empresas e pessoas estrangeiras.
Pix no Brasil
Primeiramente, o Pix surgiu no Brasil em outubro de 2020. Assim, em cerca de dois anos essa ferramenta se tornou essencial na vida da população brasileira. Isso porque é uma forma muito rápida de enviar dinheiro e realizar pagamentos.
Desse modo, a ferramenta disponibiliza enviar e receber dinheiro sem que haja a necessidade de pagar qualquer tipo de taxa. Vale destacar que antes dessa ferramenta surgir, o procedimento realizado era a transferência tipo DOC ou TED, que demoravam até 24h para cair na conta do destinatário.
Além disso, vale destacar que os bancos limitavam a quantidade de transferências e cobravam taxas nesse procedimento.
Transferências internacionais
O Banco Central, visando o crescimento do Pix, possui um projeto para que a ferramenta comece a funcionar de forma internacional, ou seja, enviando e recebendo dinheiro de outros países.
Desse modo, o BIS (Banco de Compensações Internacionais) está com um projeto Nexus em andamento. A novidade visa realizar a criação de um Pix Internacional para que diversos países se conectem com a plataforma brasileira.
Essa é uma verdadeira revolução no mercado financeiro do Brasil, afinal oferece a possibilidade de quebrar as barreiras geográficas em poucos segundos. Portanto, a ideia da plataforma é simples: de acordo com o BIS, o projeto tornaria a conexão de países mais fácil em relação ao sistema de pagamentos. Assim, seria possível diminuir as taxas de transação e simplificar o processo.
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Vale destacar que atualmente o projeto está em fase de testes, mas o ritmo é acelerado, já que é possível enviar valores para a Malásia e Cingapura.
Apesar do ritmo acelerado do projeto, não há uma previsão real para que a ferramenta seja adotada de forma definitiva. Isso porque os órgãos responsáveis afirmam que a previsão é que a novidade chegue diretamente para os brasileiros no início de 2023.
Portanto, de acordo com especialistas, a maior dificuldade para implantar a medida são as divergências das diversas plataformas que já existem em outros países. Por esse motivo, será preciso estudar um procedimento que integre completamente e de forma segura as transferências internacionais.
Imagem: Marciobnws/shutterstock.com
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