Conforme comunicado oficial, uma renomada empresa brasileira do setor de tecnologia anunciou recentemente uma nova rodada de demissões em sua área financeira.
O iFood, uma das principais empresas brasileiras especializadas em vendas e entregas no ramo tecnológico, informou em comunicado divulgado nesta terça-feira (18) que mais 25 funcionários foram desligados.
No entanto, é importante entender os detalhes e as motivações por trás dessa demissão.
Empresa anuncia demissão em massa também no primeiro trimestre
Como sabemos, muitos negócios e empresas brasileiras têm enfrentado dificuldades e tomado medidas para se adaptarem aos desafios econômicos atuais. Nesse contexto, a renomada empresa iFood não poderia ficar de fora de realizar ajustes e planejamentos internos.
Desde o final do primeiro trimestre do ano de 2023, a empresa já anunciado a demissão de um total de 355 funcionários. A afirmação é de que esses desligamentos são parte de uma estratégia de negócios.
De acordo com a empresa, o foco está na “estratégia de tornar suas frentes de negócios prioritárias mais eficientes em seus custos operacionais”. Nesse sentido, entende-se que o corte de gastos das operações foi considerado necessário para garantir a saúde financeira da organização.
Popular empresa e nova onda das demissões
Somente em março, a empresa anunciou a demissão de cerca de 6,3% do quadro de funcionários. Antes disso, em junho de 2022, a empresa já havia cortado outros 80 empregados. Isso é reflexo de uma onda de demissões que tem acontecido não só na popular empresa brasileira, mas em todo mundo.
Dessa maneira, a popular empresa integra o a lista de grandes organizações que estão realizando demissões em massa. Não só ela, mas outras big techs como Google, Microsoft, Twitter e Amazon passaram por essas mesmas situações – não só no Brasil, mas como em todo o mundo.
Isso porque a economia brasileira sente as tendências globais, em que grandes potências mundiais estão entrando em recessão, com altos índices de inflação. Essa tendência leva a investimentos mais conservadores e, também, e decisões mais estratégicas para conservar os lucros, como a demissão de funcionários.
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